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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia e pesquisas científicas em geral.

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terça-feira, 10 de março de 2026

Perspectivas na Economia Mundial

 Caro(a) Leitor(a),





Embora a previsão de curto prazo tenha sido ligeiramente revisada para cima, o crescimento global permanece moderado, à medida que as políticas recentemente implementadas começam a surtir efeito.

A economia global está se ajustando a um cenário remodelado por novas medidas políticas. Alguns extremos de aumento de tarifas foram atenuados graças a acordos e reajustes subsequentes. Mas o ambiente geral permanece volátil, e fatores temporários que sustentaram a atividade no primeiro semestre de 2025 — como a antecipação de gastos — estão perdendo força.

Como resultado, as projeções de crescimento global na última edição do World Economic Outlook (WEO) foram revisadas para cima em relação à edição de abril de 2025, mas continuam a representar uma revisão para baixo em relação às previsões anteriores à mudança de política. O crescimento global deverá desacelerar de 3,3% em 2024 para 3,2% em 2025 e 3,1% em 2026, com as economias avançadas crescendo em torno de 1,5% e as economias de mercado emergentes e em desenvolvimento pouco acima de 4%. A inflação deverá continuar a diminuir globalmente, embora com variações entre os países: acima da meta nos Estados Unidos — com riscos inclinados para cima — e moderada em outros lugares.

Os riscos estão inclinados para o lado negativo. Incertezas prolongadas, maior protecionismo e choques na oferta de mão de obra podem reduzir o crescimento. Vulnerabilidades fiscais, potenciais correções no mercado financeiro e erosão das instituições podem ameaçar a estabilidade.

Os formuladores de políticas são instados a restaurar a confiança por meio de políticas credíveis, transparentes e sustentáveis. A diplomacia comercial deve ser acompanhada de ajustes macroeconômicos. As reservas fiscais devem ser recompostas. A independência do banco central deve ser preservada. Os esforços em prol de reformas estruturais devem ser redobrados. Como demonstra o Capítulo 2, as ações passadas para aprimorar os marcos políticos têm sido benéficas para os países. Como demonstra o Capítulo 3, a política industrial pode ter um papel a desempenhar, mas é fundamental considerar os custos de oportunidade e as compensações envolvidas em sua utilização.





























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Fonte / Créditos: International Monetary Fund - IMF / Publicação out/2025

https://www.imf.org/en/publications/weo/issues/2025/10/14/world-economic-outlook-october-2025

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br

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e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br

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quinta-feira, 5 de março de 2026

O Fim da Escassez Terrestre?

 Caro(a) Leitor(a),









Ilustração de uma nave mineradora "mordendo" um asteroide

Imagine uma rocha flutuante que contém mais platina do que tudo o que já foi minerado na história da humanidade. Esse cenário não é um roteiro de Hollywood; é o objetivo central de empresas como AstroForge e TransAstra, que em 2026 estão liderando a transição da prospecção para a extração real.

1. O que estamos buscando lá fora?

Diferente do que muitos pensam, não buscamos apenas joias. O foco está em recursos que movem a tecnologia e a sobrevivência:

Metais do Grupo da Platina (PGMs): Essenciais para eletrônicos avançados e células de combustível de hidrogênio. Um único asteroide do tipo M (metálico) pode valer trilhões de dólares.

Água (O "Petróleo Espacial"): Minerada em forma de gelo, a água é quebrada em Hidrogênio e Oxigênio para criar combustível de foguete. Isso permite que naves "abasteçam" no espaço, tornando viagens a Marte muito mais baratas.

2. Quem são os protagonistas em 2026?

O setor de mineração espacial está se consolidando com marcos importantes:

AstroForge: Após aprender com missões anteriores, a empresa lança este ano a missão Vestri para atracar em um asteroide e validar a técnica de refino em microgravidadeLink: https://www.astroforge.com/our-missions

TransAstra: Focada em "capturar" pequenos asteroides em bolsas infláveis para extrair recursos de forma controlada. Link: https://www.transastra.com/

Acordos Artemis: Mais de 40 países (incluindo assinaturas recentes como Portugal e Islândia) agora concordam com regras que permitem a extração e posse de recursos espaciais, dando segurança jurídica para investidores. Link: https://www.nasa.gov/artemis-accords/

3. O Desafio: Trazer para a Terra ou usar no Espaço?

O grande debate de 2026 é a logística. Enquanto trazer metais preciosos para a Terra pode revolucionar indústrias, o maior lucro imediato parece estar na "In-Situ Resource Utilization" (ISRU). Ou seja, usar os materiais lá em cima para construir estações espaciais e bases lunares, sem o custo proibitivo de lançar tudo da Terra.

Conclusão: Uma Nova Classe de Ativos

A mineração de asteroides está criando uma nova classe de ativos financeiros. Não é mais sobre "se" vai acontecer, mas sobre "quem" chegará primeiro à rocha certa.

Mercado atual (2026): ~US$ 2,08 bilhões.

Crescimento anual: +21%.

Principal recurso: Água e Metais Raros.

SEO: Asteroid Mining, AstroForge, Space Resources, Platinum, Artemis Accords

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Fonte / Créditos: Web Science AcademyHélio R.M.Cabral

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

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domingo, 1 de março de 2026

Rodrigo Neves, Prefeito de Niterói e prefeito de Barcelona acertam realização em Niterói da maior feira do mundo sobre economia do mar

 Caro(a) Leitor(a),









Início/Prefeitura de Niterói/Rodrigo Neves e prefeito de Barcelona acertam realização em Niterói da maior feira do mundo sobre economia do mar

O prefeito de Niterói e presidente da Rede Mercocidades, Rodrigo Neves, fechou nesta quinta-feira (26/2) uma parceria com o prefeito de Barcelona, Jaume Collboni, para Niterói sediar em 25 e 26 de novembro deste ano a maior feira do mundo sobre economia do mar, a Tomorrow Blue Economy.

“A nossa reunião em Barcelona foi muito produtiva e o anúncio da feira internacional em Niterói é estratégico para a cidade. O evento fortalece a economia e envolve pesca, indústria naval, lazer e esportes náuticos, sendo ótima oportunidade para atrair investimentos privados e consolidar Niterói como polo de inovação e desenvolvimento no setor marítimo”, disse Neves.

Vocação

Com robusta infraestrutura e tradição marítima, Niterói oferece cenário ideal para sediar o Tomorrow Blue Economy. A cidade abriga a maior concentração de clubes náuticos do Brasil, é berço da indústria naval, responsável por 40% da produção do pré-sal, e sedia a Esquadra da Marinha Brasileira e a Diretoria de Hidrografia e Navegação.

Novos investimentos

A Prefeitura está investindo R$ 150 milhões na dragagem do Canal de São Lourenço, que dá acesso à área portuária da Baía de Guanabara. Com isso, a cidade aumenta seu potencial para atrair novos investimentos nos setores marítimo, portuário e offshore, gerando até 20 mil empregos diretos e indiretos.

Neves ressaltou também o desenvolvimento de uma parceria público-privada (PPP) para a implantação de um moderno terminal pesqueiro na Avenida do Contorno, próximo à divisa com São Gonçalo e à Ponte Rio-Niterói. O terminal terá capacidade para receber embarcações de grande porte e processar pescado, impulsionando a economia local.

Encontro da CGLU

Antes da reunião com o prefeito de Barcelona, Rodrigo Neves participou do encontro da CGLU (Cidades e Governos Locais Unidos), preparatório ao congresso e à Cúpula Mundial de Líderes Locais e Regionais, marcado para junho deste ano, no Marrocos.

 

O que é a CGLU

O organismo Cidades e Governos Locais Unidos é a maior rede global de governos locais e regionais, representando 240 mil cidades e cinco bilhões de pessoas em 140 países membros das Nações Unidas.

No encontro da CGLU, Neves liderou uma exposição no painel “Confiança e Liderança – O próximo passo rumo ao movimento municipal”.  Rodrigo Neves também anunciou que Niterói será sede da 26ª Conferência do Observatório Internacional de Democracia Participativa (OIDP) em 2027. O organismo é vinculado à CGLU.

 

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Para saber mais, acesse o link>

Fonte / Créditos: Prefeitura de Niterói /  Publicação 26/02/2026

https://niteroi.rj.gov.br/rodrigo-neves-e-prefeito-de-barcelona-acertam-realizacao-em-niteroi-da-maior-feira-do-mundo-sobre-economia-do-mar/

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


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