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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia e pesquisas científicas em geral.

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Portal Brasileiro de Dados Abertos do Banco Central

 

Caro(a) Leitor(a),

O Portal

O Portal Brasileiro de Dados Abertos do Banco Central é o meio utilizado pelo BC para disponibilizar dados e informações públicas. Ele foi criado para auxiliar os usuários a localizar os conjuntos de dados de seu interesse, entender a estrutura desses dados e encontrar o caminho para acessá-los. Uma vez localizado o dado e entendida a sua estrutura, o usuário poderá utilizar alguma ferramenta de análise ou algum software de programação para acessar os dados propriamente ditos. O Portal contém dados em sua forma bruta, sem formatações visuais, para facilitar o processamento por computadores.

 Dados Disponíveis

São dados armazenados em bases de dados mantidas pelo Banco Central do Brasil, desde que sobre elas não recaia hipótese de restrição de acesso.

Também estão disponíveis os Dados do Sistema Financeiro Nacional, constituídos por informações de interesse público não sujeitas a hipóteses de sigilo, disponibilizadas em formato aberto pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BC, com o objetivo de promover a competitividade, transparência e inovação no setor financeiro.

 Motivação

Ampliar e aprimorar a transparência ativa por meio da abertura de dados públicos, com eficiência e qualidade, de forma a contribuir para reforçar a credibilidade e o cumprimento da missão institucional do BC, bem como fomentar o controle social, o aperfeiçoamento da integridade e da governança pública, a redução de custos, e a participação social.

Por meio da disponibilização de dados que estão em sua posse e dados do Sistema Financeiro Nacional, o Banco Central do Brasil participa da Política de Dados Abertos do Poder Executivo federal.

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link>
Fonte: Banco Central do Brasil

https://dadosabertos.bcb.gov.br/

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

xAI une-se à SpaceX para acelerar o futuro da humanidade.

Caro(a) Leitor(a),

 


A SpaceX adquiriu a xAI para formar o motor de inovação verticalmente integrado mais ambicioso da Terra (e do espaço), com inteligência artificial, foguetes, internet espacial, comunicação direta com dispositivos móveis e a principal plataforma mundial de informação em tempo real e liberdade de expressão. Isso marca não apenas o próximo capítulo, mas o próximo livro na missão da SpaceX e da xAI: escalar para criar um sol senciente que compreenda o Universo e estenda a luz da consciência às estrelas!

Os avanços atuais em IA dependem de grandes centros de dados terrestres, que exigem quantidades imensas de energia e refrigeração. A demanda global de eletricidade para IA simplesmente não pode ser atendida com soluções terrestres, mesmo em curto prazo, sem impor dificuldades às comunidades e ao meio ambiente.

A longo prazo, a IA espacial é obviamente a única maneira de alcançar escala. Para aproveitar sequer um milionésimo da energia do nosso Sol, seria necessário mais de um milhão de vezes a energia que nossa civilização usa atualmente!

A única solução lógica, portanto, é transportar esses esforços que consomem muitos recursos para um local com vasta energia e espaço. Afinal, o espaço se chama "espaço" por um motivo

Ao aproveitar diretamente a energia solar quase constante com custos operacionais e de manutenção mínimos, esses satélites transformarão nossa capacidade de escalar a computação. No espaço, o sol brilha o ano todo! O lançamento de uma constelação de um milhão de satélites que operam como centros de dados orbitais é um primeiro passo para nos tornarmos uma civilização do nível de Kardashev II, capaz de aproveitar todo o poder do Sol, ao mesmo tempo que oferece suporte a aplicações baseadas em inteligência artificial para bilhões de pessoas hoje e garante o futuro multiplanetário da humanidade.

Centros de dados orbitais






Na história da exploração espacial, nunca houve um veículo capaz de lançar as megatoneladas de massa necessárias para centros de dados espaciais, bases permanentes na Lua ou cidades em Marte. Mesmo em 2025, o ano mais prolífico da história em termos de número de lançamentos orbitais, apenas cerca de 3.000 toneladas de carga útil foram lançadas em órbita, consistindo principalmente de satélites Starlink transportados pelo nosso foguete Falcon.

A necessidade de lançar milhares de satélites em órbita tornou-se um fator determinante para o programa Falcon, impulsionando melhorias contínuas para alcançar as taxas de voo sem precedentes necessárias para tornar a internet via satélite uma realidade. Este ano, a Starship começará a colocar em órbita os satélites Starlink V3, muito mais potentes, com cada lançamento adicionando mais de 20 vezes a capacidade da constelação em comparação com os lançamentos atuais dos satélites Starlink V2. A Starship também lançará a próxima geração de satélites de comunicação direta com dispositivos móveis, que fornecerão cobertura celular completa em todo o planeta.

Embora a necessidade de lançar esses satélites sirva como um fator impulsionador semelhante para aprimorar a Starship e aumentar a frequência de lançamentos, a enorme quantidade de satélites necessários para data centers espaciais levará a Starship a patamares ainda mais elevados. Com lançamentos a cada hora, transportando 200 toneladas por voo, a Starship enviará milhões de toneladas para a órbita e além por ano, possibilitando um futuro empolgante onde a humanidade estará explorando o espaço sideral.

O cálculo básico é que o lançamento de um milhão de toneladas de satélites por ano, gerando 100 kW de potência computacional por tonelada, adicionaria 100 gigawatts de capacidade computacional para IA anualmente, sem necessidade de operação ou manutenção contínua. Em última análise, existe um caminho para lançar 1 TW/ano da Terra.

Estimo que, dentro de 2 a 3 anos, a forma mais econômica de gerar poder computacional para IA será no espaço. Essa relação custo-benefício, por si só, permitirá que empresas inovadoras avancem no treinamento de seus modelos de IA e no processamento de dados em velocidades e escalas sem precedentes, acelerando descobertas importantes em nossa compreensão da física e a invenção de tecnologias que beneficiarão a humanidade.

Essa nova constelação se baseará no design de sustentabilidade espacial e nas estratégias operacionais já consolidadas, incluindo o descarte ao final da vida útil, que se mostraram bem-sucedidas para os sistemas de satélites de banda larga existentes da SpaceX.

Embora o lançamento de satélites com inteligência artificial a partir da Terra seja o foco imediato, as capacidades da Starship também permitirão operações em outros mundos. Graças a avanços como a transferência de propelente no espaço, a Starship será capaz de pousar grandes quantidades de carga na Lua. Uma vez lá, será possível estabelecer uma presença permanente para atividades científicas e de manufatura. Fábricas na Lua poderão aproveitar os recursos lunares para fabricar satélites e implantá-los em locais mais distantes no espaço. Utilizando um propulsor de massa eletromagnético e manufatura lunar, é possível colocar de 500 a 1000 TW/ano em satélites com inteligência artificial no espaço profundo, ascender significativamente na escala de Kardashev e aproveitar uma porcentagem considerável da energia solar.

As capacidades que desbloquearmos ao tornar os centros de dados espaciais uma realidade financiarão e permitirão bases autossustentáveis ​​na Lua, uma civilização inteira em Marte e, em última instância, a expansão para o Universo.

Obrigado por tudo que você fez e fará pela luz da consciência.

Ad Astra!

Elon Musk

Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Para saber mais, acesse o link>
Fonte:  Infomoney / Publicação 02/02/2026

https://www.spacex.com/updates#xai-joins-spacex

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

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e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

e-mail: heliocabral@coseno.com.br

 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

 Caro(a) Leitor(a),

 


Com Agência Brasil 

A inteligência artificial é a principal preocupação do setor de negócios no Brasil, segundo o ranking global Barômetro de Riscos da Allianz, divulgado nesta semana. Esta é a primeira vez que a IA aparece como o principal risco empresarial apontado pelos executivos brasileiros. Na sequência, os incidentes cibernéticos ocupam o segundo lugar entre os riscos mais relevantes para o país.

De acordo com a pesquisa, a IA é vista como uma poderosa alavanca estratégica para os negócios, mas também como uma fonte crescente de riscos operacionais, legais e reputacionais, muitas vezes avançando mais rápido do que a capacidade das empresas de estruturar governança, acompanhar a regulação e preparar adequadamente suas equipes. 

“A rápida evolução da IA e sua adoção estão remodelando o cenário de riscos, tornando-a um risco proeminente para empresas em todo o mundo. No entanto, de muitas maneiras, ela pode ser vista como mais um risco a ser adicionado à crescente lista de desafios. Ainda assim, o potencial transformador da IA significa que ela não pode ser subestimada. Como mostram os resultados, muitos dos principais dos principais perigos são riscos interconectados e altamente complexos que impactarão todas as organizações em 2026”, afirma Michael Bruch, diretor global de Serviços de Consultoria de Riscos da Allianz Commercial 

PRINCIPAIS PREOCUPAÇÕES DOS BRASILEIROS 

(era possível escolher três riscos por setor): 

Inteligência artificial (32% de citações);

Incidentes cibernéticos (31%);

Mudanças na legislação e regulamentação (28%);

Mudanças climáticas (27%) e

Catástrofes naturais (21%). 

CENÁRIO GLOBAL

Quando o foco se volta para a visão global, a pesquisa aponta os incidentes cibernéticos como o principal risco para os negócios em 2026, citados por 42% dos respondentes, seguidos pela inteligência artificial, com 32% das menções. Ambas figuram entre os cinco principais riscos em todas as regiões do mundo e em quase todos os setores analisados. 

Na sequência do ranking global aparecem interrupção dos negócios, mudanças na legislação e regulação e catástrofes naturais. 

Vale destacar que “interrupção dos negócios” ocupou o primeiro ou o segundo lugar no ranking global ao longo dos últimos 15 anos. Esse risco refere-se à paralisação total ou parcial das operações de uma empresa, provocada por falhas tecnológicas, incidentes cibernéticos, indisponibilidade de sistemas críticos ou rupturas na cadeia de suprimentos, afetando diretamente a continuidade dos negócios. 

Vale destacar que “interrupção dos negócios” ocupou o primeiro ou o segundo lugar no ranking global ao longo dos últimos 15 anos. Esse risco refere-se à paralisação total ou parcial das operações de uma empresa, provocada por falhas tecnológicas, incidentes cibernéticos, indisponibilidade de sistemas críticos ou rupturas na cadeia de suprimentos, afetando diretamente a continuidade dos negócios. 

A pesquisa ouviu 3.338 especialistas de 97 países e 23 setores da economia, entre outubro e novembro de 2025.

> Gastos mundiais com IA devem chegar a US$ 2,5 trilhões 

https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/gastos-mundiais-com-ia-devem-chegar-a-us-2-5-trilhoes )

> IA é o trunfo para América Latina crescer

( https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/ia-e-o-trunfo-para-america-latina-crescer )

> Acesso à IA no Brasil é marcado pela desigualdade social 

( https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/acesso-a-ia-no-brasil-e-marcado-pela-desigualdade-social )

Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Para saber mais, acesse o link>
Fonte:  FEBRABAN / Publicação 29/01/2026

https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/ia-e-o-principal-risco-para-as-empresas-brasileiras-em-2026

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Perspectivas Econômicas Globais

Caro(a) Leitor(a),

 











Economia global é resiliente, mas países vulneráveis ficam para trás.

A economia global tem demonstrado notável resiliência diante do aumento dos ventos contrários ao comércio. O ritmo de crescimento mais rápido do que o esperado no ano passado coroou a recuperação da recessão de 2020 sem precedentes em seis décadas, ainda que mercados emergentes e economias em desenvolvimento vulneráveis tenham ficado para trás. Para este ano, projeta-se uma ligeira diminuição do crescimento global, em parte porque as empresas reduzem o acúmulo de estoque e os efeitos tarifários se intensificam. O desafio de gerar empregos para os 1,2 bilhão de jovens que atingirão a idade de trabalhar nos MEEDs até 2035 tende a aumentar. A ação global para melhorar o ambiente do comércio, aliviar restrições ao financiamento e mitigar os riscos climáticos, juntamente com reformas domésticas para diversificar o comércio, fortalecer os marcos de política macroeconômica e eliminar gargalos estruturais, será essencial para catalisar investimentos, sustentar o crescimento e fomentar a criação robusta de empregos.

Perspectiva global

A economia global manteve-se resiliente apesar do aumento nas tensões comerciais e nas incertezas de políticas, com o crescimento do ano passado sustentado pelo acúmulo de bens comercializados, por forte apetite por risco, por investimentos relacionados à IA e pela adaptação das cadeias de suprimentos. No entanto, mais de um quarto dos mercados emergentes e economias em desenvolvimento (MEEDs) ainda apresenta renda per capita inferior aos níveis pré-pandemia. Espera-se que o crescimento global desacelere para 2,6% este ano com o fim de algumas medidas de apoio temporárias. MEEDs vulneráveis — especialmente países de baixa renda e países frágeis — enfrentam desafios crescentes para sustentar o crescimento e gerar empregos. Os riscos se mantêm inclinados para o lado negativo, incluindo o aumento das barreiras comerciais e o estresse nos mercados financeiros. A cooperação global e as reformas domésticas continuam sendo fundamentais para apoiar o crescimento de longo prazo e a geração de empregos.

Previsões regionais

As regiões dos mercados emergentes e economias em desenvolvimento (MEEDs) mostraram-se mais resilientes aos ventos contrários ao comércio no ano passado do que o esperado, amparadas pela antecipação temporária de exportações e por condições financeiras globais mais favoráveis. No entanto, as perspectivas para 2026–27 continuam desiguais entre as regiões. Em 2026, espera-se que o crescimento seja moderado ou mantenha-se em grande parte inalterado nas regiões do Leste da Ásia e Pacífico, Sul da Ásia, Europa e Ásia Central e América Latina e Caribe — com a região do Sul da Ásia mantendo o crescimento mais rápido e as regiões da Europa e Ásia Central e América Latina e Caribe registrando o ritmo de expansão mais lento — enquanto Oriente Médio e Norte da África e África Subsaariana devem apresentar um crescimento mais robusto. À medida que os fluxos comerciais se recuperam em 2027, espera-se que as atividades se fortaleçam na maioria das regiões. Os riscos de baixa para as perspectivas regionais incluem a retomada das tensões comerciais e incerteza de políticas, condições financeiras globais mais apertadas, vulnerabilidades fiscais elevadas, aumento de tensões geopolíticas e conflitos, e choques relacionados ao clima e à saúde pública.

Leste Asiático e Pacífico: A taxa de crescimento deve desacelerar para 4,4% em 2026 e para 4,3% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i).

Europa e Ásia Central: A taxa de crescimento deve seguir em 2,4% em 2026, antes de subir para 2,7% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i).

América Latina e Caribe: A taxa de crescimento deve aumentar para 2,3% em 2026 e se consolidar em 2,6% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional

Oriente Médio e Norte da África, Afeganistão e Paquistão: A taxa de crescimento deve subir para 3,6% em 2026 e se fortalecer ainda mais em 2027, chegando a 3,9%. Para mais informações, ver visão geral regional (i).

Sul da Ásia: A taxa de crescimento deve cair para 6,2% em 2026, antes de se recuperar e chegar a 6,5% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i). 

África Subsaariana: A taxa de crescimento deve aumentar para 4,3% em 2026 e se consolidar em 4,5% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i). 


Obrigado pela sua visita e volte sempre!


Para saber mais, acesse o link>
Fonte:  World Bank

https://www.worldbank.org/pt/publication/global-economic-prospects

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

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