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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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domingo, 11 de outubro de 2026

Dos campos aos mercados: o custo dos impactos climáticos eleva os preços dos alimentos (Al Jazeera)

Caro(a) Leitor(a);


A Al Jazeera examina como os choques climáticos cada vez mais frequentes estão afetando a produção global de alimentos e elevando os preços. Rob Vos , do IFPRI, entrevistado ao vivo pela Al Jazeera em 2 de outubro de 2026, explica que os altos preços dos alimentos continuarão sendo uma ameaça enquanto os efeitos das mudanças climáticas persistirem, principalmente devido ao aumento das temperaturas e seu impacto na produção agrícola em muitas partes do mundo. Ele enfatiza que as mudanças climáticas não estão apenas causando temperaturas mais altas, mas também aumentando a probabilidade de eventos climáticos extremos, como secas e inundações, e causando maior frequência do fenômeno El Niño, fatores que pressionam a produção de alimentos.

Segundo Vos, a redução no fornecimento de alimentos causada por esses eventos pode gerar aumentos acentuados de preços, que acabam afetando os consumidores e exercendo pressão adicional sobre os meios de subsistência de famílias vulneráveis.

Ele explica que os mercados alimentares tendem a se ajustar geralmente com rapidez a choques climáticos isolados, mas com choques repetidos que também causam danos aos solos e aos recursos hídricos, a adaptação é muito mais difícil e custosa, particularmente em áreas repetidamente expostas à seca e ao calor extremo. É importante destacar que Vos afirma que uma queda de 10% na produção agrícola global pode levar a um aumento de aproximadamente 20% nos preços, ilustrando como o impacto de um choque climático sobre os preços pode ser consideravelmente maior do que a redução inicial na oferta.

Vos também destaca a vulnerabilidade particular dos países em desenvolvimento e dos países menos desenvolvidos. Esses países podem ter menor capacidade de absorver o custo social do aumento dos preços dos alimentos ou de choques externos, o que significa que perdas repetidas de colheitas podem ter um impacto maior sobre os consumidores.

Por fim, Vos discute as diferenças na capacidade das culturas agrícolas de resistir às mudanças climáticas. Algumas culturas, como o sorgo e o milheto, são mais resistentes às alterações climáticas, enquanto novas variedades melhoradas e práticas agrícolas de milho e arroz também se mostraram mais resilientes ao clima, mesmo que não sejam totalmente imunes aos choques climáticos. Portanto, com o agravamento das mudanças climáticas, devemos esperar mais choques e volatilidade nos preços dos alimentos num futuro próximo.



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Fonte / Créditos:  / Publicado 02/10/02026

https://www.ifpri.org/news-release/from-fields-to-markets-the-cost-of-climate-shocks-drives-up-food-prices-al-jazeera/

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

Amazon: https://link.amazon/B0boppSBQ

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

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e-mail: heliocabral@econo.ecn.br 

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sábado, 10 de outubro de 2026

BC passa a divulgar mensalmente indicadores de reajustes salariais negociados

 Caro(a) Leitor(a);


Dados mostram forte relação entre reajustes pactuados e inflação passada. Estudo mostra que ganhos reais são mais frequentes em períodos de baixa taxa de desocupação.

Os reajustes salariais negociados por meio das convenções coletivas de trabalho passaram a contar com um novo conjunto de indicadores divulgados mensalmente pelo Banco Central (BC). Construídas a partir das informações registradas no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho (Mediador), do Ministério do Trabalho e Emprego, as séries ampliam o monitoramento das condições do mercado de trabalho e de sua relação com a dinâmica inflacionária. As informações estão em um boxe do Relatório de Política Monetária de setembro de 2026 e na Nota técnica 60​, ambos disponíveis no site do BC.

​Os indicadores reúnem informações sobre reajustes nominais e reais, participação das convenções com aumentos acima, abaixo ou iguais à inflação e quantidade de instrumentos coletivos utilizados nos cálculos. 

“Os indicadores construídos a partir das convenções coletivas oferecem uma visão abrangente dos reajustes negociados no setor privado formal. Os resultados mostram que a inflação passada continua sendo uma referência importante nas negociações e ajudam a avaliar como as condições do mercado de trabalho influenciam a dinâmica salarial no país”, afirmou Ricardo Sabbadini, Chefe do Departamento Econômico (Depec) do BC.

A nova base permite acompanhar com maior precisão o comportamento das negociações salariais no setor privado formal. De acordo com estudo do BC, publicado como boxe do Relatório de Política Monetária de setembro de 2026, os reajustes pactuados apresentam elevada aderência à inflação passada, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Embora não exista obrigação legal de reposição integral da inflação, os dados indicam que a variação dos preços continua sendo uma referência central para empregadores e trabalhadores durante as negociações coletivas.
 
A análise também evidencia que os resultados das negociações variam conforme as condições do mercado de trabalho. Entre 2012 e 2014 e novamente após 2023, períodos marcados por taxas de desocupação relativamente baixas, aumentou a participação de convenções com reajustes superiores à inflação. Os dados permitem ainda acompanhar potenciais diferenças entre setores econômicos. De forma geral, agropecuária, indústria, construção, comércio e serviços apresentaram trajetórias semelhantes ao longo do período analisado.
 
A divulgação regular dessas estatísticas amplia o conjunto de informações disponíveis para a análise do mercado de trabalho e de seus reflexos sobre a inflação, oferecendo à sociedade uma nova ferramenta para acompanhar a evolução dos salários negociados no país.

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Fonte / Créditos:  Bnco Central do Brasil / Publicado 06/10/02026

https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21280/noticia

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