Quem sou eu

Minha foto
Maricá, Rio de Janeiro, Brazil

Botão Twitter Seguir

Total de visualizações de página

Impostômetro

Conversor de Moedas

CoinMarkertCap

Pesquisa de Busca Google

Translate

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Reunião do Brics altera trânsito na região central de Brasília

Caros Leitores;

Mudanças provocaram transtornos no primeiro dia de encontro
A XI Reunião do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, alterou a rotina de quem trabalha na região central de Brasília. A Esplanada do Ministério e arredores foram os locais mais afetados pelas mudanças realizadas no tráfego de veículos durante o encontro que ocorre hoje (13) e amanhã (14) na capital federal.
Desde a meia-noite, o trânsito na Esplanada e nas vias N2 e S2, onde ficam os anexos dos ministérios, está fechado. A medida provocou transtorno para motoristas que se dirigiam à região.
O Detran do Distrito Federal (DF) informou que a via S1 também está interditada na altura da Catedral. Neste caso, os veículos serão desviados para a via L2 Sul. Na via N1, a interdição foi feita na altura da via L4, próximo ao Corpo de Bombeiros, se estendendo até a via L2 Norte.
O tráfego de veículos também não está permitido na S2, desde a altura da L2 Sul (rotatória aos fundos da Catedral) até altura da L4 Sul, ao lado da Procuradoria-Geral da República. Na via N2, o fluxo será interrompido desde a rotatória do local conhecido como buraco do Tatu, na L2 Norte. até altura da L4 Norte, via que contorna clubes da cidade.
Responsável pela organização do trânsito, o Detran orienta os motoristas a evitarem as proximidades da Esplanada dos Ministérios, optando por utilizar como rotas alternativas as vias S3 (na Asa Sul), N4 (na Asa Norte) e o Eixo Rodoviário (Eixão).
Há também interdições no Setor de Clubes Esportivos Sul. As vias que dão acesso ao Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) ficarão fechadas hoje entre 0h e 20h.
Fonte: Agência Brasil


Publicado em 13/11/2019 - 09:06
Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil  Brasília


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Congresso promulga nova Previdência, que começa a valer a partir da publicação oficial

Caros Leitores;

A assinatura acontece quase nove meses após a proposta do governo, considerada a principal prioridade da equipe econômica, ter sido enviada ao Congresso.

Acesse o link abaixo, para saber sobre a nova regra da Previdência Social.

https://jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/congresso-promulga-nova-previdencia-que-comeca-a-valer-a-partir-da-publicacao-oficial/


Fonte: Jornal de Brasília / 12-11-2019 / Da Redação - redação@grupojbr.com

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Mercado brasileiro escapa de turbulência na América Latina

Caros Leitores;

Apesar dos obstáculos no cenário político e a economia ainda estagnada, o Brasil se destaca como uma improvável ilha de estabilidade para investidores diante da atual turbulência na América Latina.
Gestoras de recursos como Pacific Investment Management e BlackRock estão entre os otimistas em relação aos ativos do país. O principal motivo é a extensa agenda de reformas do governo que, depois de conseguir aprovar a reforma da Previdência, agora ataca em várias frentes, desde um notoriamente complicado sistema tributário a uma estrutura estatal inchada. O Banco Central reforçou o otimismo ao reduzir a Selic a um recorde de baixa diante da inflação abaixo da meta.
É um panorama muito diferente de outras partes da região, que está mergulhada em uma crescente instabilidade política. Nas últimas semanas, Chile e Equador declararam estados de emergência em meio a protestos violentos; a Argentina reforçou o controle de capitais após a eleição de Alberto Fernández; o presidente do Peru fechou o congresso, enquanto confrontosmarcaram a reeleição do presidente Evo Morales, que agora inicia seu quarto mandato.

“O Brasil certamente se destaca”, disse Axel Christensen, estrategista-chefe para a América Latina da BlackRock, em Nova York. A perspectiva das reformas tributária, federal e administrativa, combinadas com juros baixos, aumenta o apetite dos investidores pelo país, disse.

O clima otimista é evidente no desempenho dos ativos que, em sua maioria, têm ignorado os conflitos internos do PSL, partido de Jair Bolsonaro, e polêmicas em torno do presidente.
O real foi a moeda com melhor desempenho na região no mês passado, e as ações são negociadas em recorde de alta. O principal fundo negociado em bolsa com foco em ações brasileiras, o ETF iShares MSCI Brasil, com ativos de US$ 9,4 bilhões, acaba de registrar sua maior entrada mensal de capital este ano. Enquanto isso, o risco-país, medido pelos contratos de credit default swap (CDS) de cinco anos, está no nível mais baixo desde 2013 – época em que a dívida soberana brasileira ainda era classificada como grau de investimento.










“Embora o Brasil não seja alheio à turbulência política, sua classe política começou a entender a necessidade de proteger a agenda econômica do ruído político”, disse Ismael Orenstein, gestor de recursos da Pimco em Newport Beach, que está “overweight“ em ativos locais do Brasil. “Também estamos começando a ver alguns sinais positivos do lado da atividade e do crédito, que nos tornam mais positivos sobre as perspectivas de crescimento econômico e ativos, como moeda e crédito corporativo”.
Depois de anos de crescimento decepcionante, alguns analistas estão mais otimistas em relação à economia brasileira, dizendo que 2020 é o ano em que o país finalmente oferecerá uma surpresa positiva. O mercado aposta que os juros baixos impulsionarão o crédito e os gastos dos consumidores, e a conclusão da reforma da Previdência após anos de debate dará aos investidores estrangeiros mais confiança para investir no país.
“A aprovação da reforma da Previdência será grande no curto e no longo prazo, e o governo ainda parece sério e otimista quanto aos planos de privatizar mais ativos”, disse Brendan McKenna, estrategista de câmbio do Wells Fargo Securities, em Nova York.
Seu otimismo não é o mesmo para toda a região. McKenna está mais preocupado com o Chile, já que o cancelamento da Cúpula Apec em Santiago “admite algum tipo de derrota”, enquanto a Argentina “ainda está uma bagunça”. Ele é mais otimista em relação à Colômbia, onde diz que a economia segue relativamente bem e que a inflação está baixa e de certa forma estável.









“Os ativos brasileiros têm potencial para subir mais, principalmente devido ao impacto dos juros mais baixos, privatizações e reformas microeconômicas”, disse Gustavo Medeiros, vice-chefe de pesquisa do Ashmore Group, em Londres. “Não será uma linha reta, mas o argumento para uma recuperação sustentável dos lucros e, posteriormente, do investimento e do crescimento do PIB está aí”.

Fonte: Bloomberg 6 de novembro de 2019 / Por Aline Oyamada.


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Análise: Os fatores que podem resgatar o BC mais dovish em 2020

Caros Leitores;

O Banco Central colocou um freio nas apostas mais agressivas para a Selic. Agora, para que a taxa básica caia abaixo de 4%, como previa uma parte do mercado, precisará haver uma inesperada frustração com o crescimento econômico. Ou uma queda mais acentuada do dólar e das expectativas de inflação, segundo analistas.
A produção industrial divulgada nesta sexta-feira mostrou alta de 0,3% em setembro, abaixo da estimativa compilada pela Bloomberg de 0,9%, em mais numa mostra de que a recuperação da atividade é gradual.
O risco de a Selic cair abaixo de 4% se materializa se a atividade, assim como ocorreu no início de 2019, também decepcionar no começo do próximo ano, mantendo um quadro de economia muito fraca e inflação sem sinais de convergir para o centro da meta, disse Newton Rosa, economista-chefe da SulAmérica Investimentos.
Mesmo que a economia reaja, porém, ainda haverá a possibilidade de o juro ter uma queda maior se o dólar mostrar recuo expressivo após o leilão da cessão onerosa. “Neste caso, o efeito da atividade sobre a inflação seria atenuado.” O economista vê como cenário básico uma Selic de 4,25% no início de 2020.
A atividade mais fraca levará o BC a cortar mais os juros se for acompanhada por quedas adicionais nas expectativas de inflação, disse Fábio Ramos, economista do UBS. “Se chegar no primeiro trimestre e as expectativas de inflação para 2020 e 2021 caírem ainda mais, se o câmbio se apreciar, a Selic poderá ter uma queda maior.”
Tom de cautela
Ao anunciar o corte de 0,50 ponto percentual da Selic para novo piso histórico de 5% na quarta-feira, o Copom disse haver espaço para mais um ajuste de igual magnitude, ao mesmo tempo em que ressalvou que eventuais novos movimentos exigirão cautela.
O comunicado foi ligeiramente mais positivo sobre a atividade, ao afirmar que os indicadores “reforçam a continuidade” do processo de recuperação gradual, enquanto no Copom anterior o texto dizia que os dados apenas sugeriam uma retomada gradual.
O BC também se mostrou alerta ao dizer que ainda vê riscos para a inflação pelo efeito defasado do corte de juros já ocorrido. Para Alexandre Schwartsman, consultor da Schwartsman e Associados e ex-diretor do Banco Central, o receio do BC a essa altura é porque nunca houve um juro desse nível e “não se sabe o que vai acontecer”.
O economista mantém a expectativa de que a Selic ficará em 4% no final do atual ciclo, já que meio ponto adicional de corte além do alívio previsto para dezembro deve jogar a inflação para mais perto da meta.
Outro vetor de maior cautela na hipótese de um alívio adicional dos juros é a meta de inflação decrescente nos próximos anos, de 4% em 2020 e 3,75% em 2021. Se o BC conseguir estabilizar ou manter a inflação na meta em um contexto de taxa de juro real baixo como está, vai ser uma vitória, diz Luciano Rostagno, estrategista-chefe do banco Mizuho.
Fonte:  Bloomberga 01 de novembro de 2019 / Por Josue Leonel e Patricia Lara.


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Bancos divergem sobre o limite da Selic após Copom mais hawkish

Caros Leitores;

Sinalização ligeiramente mais hawkish do Banco Central, indicando possível redução no ritmo de corte a partir de 2020, parece ampliar a divergência nas expectativas para até onde a Selic pode cair.
Para o Itaú, os diretores do BC calibraram a comunicação para reduzir apostas em um flexibilização monetária adicional. Mas se mostraram confortáveis para levar a taxa para 4%, muito em função das projeções apresentadas no comunicado do Copom, abaixo dos metas até 2021.
“Esperamos que o Copom reduza a taxa de juros para 4,5% em sua reunião no final deste ano e para 4% até março de 2020”, diz o Itaú em relatório assinado pelo economista-chefe, Mário Mesquita.
BTG Pactual, na mesma linha, acredita que, embora a comunicação tenha trazido algumas notas cautelosas, a avaliação geral do Copom e as previsões condicionais indicam altas chances de outro corte de 0,50 pp na reunião de dezembro, além de espaço para uma dose extra de flexibilização no início do próximo ano, diz relatório assinado por Claudio Ferraz. BTG vê duas quedas de 0,25 pp nas próximas reuniões de fevereiro e março do ano que vem.
“Nossa avaliação não apenas permanece a mesma, como apontamos em nosso comentário do Copom de outubro, com inflação muito bem comportada e capacidade ociosa significativa na economia, mas também aprendemos hoje que as previsões de inflação condicional do comitê preveem espaço para uma dose extra de alívio no próximo ano.”
Mais cauteloso
Para o Bradesco, por outro lado, o BC sinalizou cautela nos próximos passos e condicionou o grau de estímulo ao cenário econômico. Os modelos da autoridade monetária indicam que há espaço razoável para cortes adicionais. Já no balanço de riscos, mecanismos inerciais podem continuar a trazer surpresas baixistas para a inflação e, de outro lado, defasagem da política monetária pode conduzir a inflação à meta no horizonte relevante.
“Avaliação corrobora nossa projeção de Selic em 4,5% no encerramento do ciclo, mas não descarta reduções adicionais, a depender da evolução do cenário econômico”, diz o Bradesco em relatório assinado pelo diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos, Fernando Honorato Barbosa.
No meio do caminho, o economista-chefe do Goldman Sachs para América Latina, Alberto Ramos, vê espaço para flexibilização adicional, provavelmente entre 0,50 pp e 0,75 pp, mas acredita que o BC não validou, neste momento, “caminhos de flexibilização mais agressivos previstos por alguns participantes do mercado com, por exemplo, uma taxa Selic terminal igual ou inferior a 4%.”
Ou seja, o Copom sinaliza outro corte de 0,50 pp na reunião de dezembro e não fecha completamente a porta para outra redução na reunião de fevereiro, potencialmente de 0,25 pp, após uma avaliação cuidadosa, pois a recuperação do ciclo econômico parece estar se consolidando, diz Ramos.


Fonte:  Bloomberga 31 de outubro de 2019 / Por Fernando Travaglini.

https://www.bloomberg.com.br/blog/bancos-divergem-sobre-o-limite-da-selic-apos-copom-mais-hawkish/


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Templeton quer lançar fundo de crédito de Fintechs no Brasil

Caros Leitores;

A Franklin Templeton decidiu apostar no mercado de startups financeiras em meio ao cenário de juros baixos e expectativa de retomada econômica. A gestora quer lançar neste ano um fundo composto por crédito de fintechs locais, que pretende ser o primeiro do tipo no mercado brasileiro.
“Meu dia-a-dia hoje é basicamente visitar fintechs”, disse Renato Pascon, gestor de fundos multimercado e renda fixa da gestora norte-americana, que administra globalmente US$ 700 bilhões em mais de 170 países. Trata-se de uma mudança de rotina considerável para um executivo até então voltado para a análise macroeconômica do país.
Pascon está mapeando todas as fintechs ativas no Brasil para analisar seus algoritmos de concessão de crédito. O objetivo é eleger pelo menos uma dúzia de fintechs cujas debêntures e cotas de fundos de recebíveis estarão na carteira de um fundo que será oferecido aos investidores.
A gestora quer captar R$ 500 milhões em 12 meses e R$ 2 bilhões em três anos com o fundo, de forma a aproveitar a migração dos investidores para o crédito privado em busca de maiores retornos, já que a Selic está no piso histórico de 5,5%. Na avaliação de Pascon, o Brasil está na contramão da desaceleração econômica mundial, pois engata agora a saída de uma recessão profunda.
O crescimento das fintechs de crédito no Brasil também é impulsionado pela nova regulamentação do Banco Central, que tem o objetivo ampliar a concorrência com o incentivo do uso da tecnologia para reduzir o custo do crédito no país. Em abril do ano passado, o Conselho Monetário Nacional estabeleceu as regras para a atuação das fintechs de crédito e eliminou a necessidade de atuação em parceria com um banco tradicional.
Apostas
Em sua exploração do mercado brasileiro de crédito, a Templeton está investindo diretamente em duas fintechs. A gestora de recursos comprou debêntures no valor de R$ 50 milhões da Rebel, focada em empréstimo pessoal. Um segundo alvo foi a Weel, que atua com antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas, para a qual a Templeton fez um empréstimo conversível em ações de US$ 30 milhões.


Fonte:  Bloomberg 29 de outubro de 2019 / Por Josue Leonel e Daniela Milanese. / 

https://www.bloomberg.com.br/blog/templeton-quer-lancar-fundo-de-credito-de-fintechs-no-brasil/


Investidores aceleram venda de ações dos EUA, diz Goldman

Caros Leitores;

Investidores estão fazendo saques dos fundos de ações dos Estados Unidos no maior ritmo desde 2008 quando comparados à alocação em dinheiro e títulos, de acordo com o Goldman Sachs.
Ainda assim, a exposição em dinheiro segue perto de recordes de baixa, segundo estrategistas do Goldman liderados por David Kostin. A alocação em dinheiro está em 12%, apenas no quinto percentil dos últimos 30 anos, segundo o banco.
“A alta incerteza, o medo dos investidores de uma recessão e baixas alocações iniciais em dinheiro provavelmente limitarão um aumento significativo nas alocações de capital” em 2020, escreveu a equipe do Goldman em nota de 25 de outubro.
Assim como este ano, a demanda corporativa será a principal fonte de compra de ações dos EUA em 2020, segundo estimativas do Goldman. Embora o volume de recompras possa cair, a demanda líquida ainda é vista como forte graças à diminuição das ofertas públicas iniciais e ao aumento de fusões e aquisições com pagamento em dinheiro. Famílias e investidores estrangeiros também serão compradores líquidos, enquanto fundos de pensão devem continuar diminuindo as alocações, como tem ocorrido desde 2009, disse o Goldman.










Confira as principais estimativas do Goldman para 2020:

  • As compras corporativas líquidas de ações dos EUA devem somar US$ 470 bilhões em 2020, uma queda de 2% em relação a este ano.
  • As compras de investidores estrangeiros devem totalizar US$ 50 bilhões.
  • O investimento de famílias é estimado em US$ 30 bilhões líquidos.
  • As compras por fundos negociados em bolsa serão de US$ 150 bilhões líquidos, abaixo da média de cinco anos de US$ 220 bilhões.


Os fundos de ações dos EUA registraram saídas de US$ 100 bilhões no acumulado de 2019, o que seria o segundo maior volume de saques em 15 anos. Fundos mútuos com gestão ativa registram saques de US$ 217 bilhões, segundo dados compilados pelo Goldman. Os títulos de dívida mostram entrada de US$ 353 bilhões, enquanto as aplicações em dinheiro registram fluxo de US$ 436 bilhões, segundo análise do Goldman.

Fonte: Bloomberg 28 de outubro de 2019 / Por Chris Anstey.

https://www.bloomberg.com.br/blog/investidores-aceleram-venda-de-acoes-dos-eua-diz-goldman/

Risco tem série mais longa de baixa desde 2004 com vibe reforma

Caros Leitores;

A reforma promovida no sistema da Previdência, após anos de tentativas, fez maravilhas pelos ativos brasileiros.
O custo de seguro de títulos soberanos do Brasil contra um default medido pelo CDS cai por 13 dias seguidos, o período mais prolongado desde 2004.
O bom humor também pode ser visto nas ações , que subiram para novos recordes nesta semana e no real, que está liderando ganhos entre as moedas globais nos últimos dias.
Embora a aprovação da reforma da Previdência tenha sido amplamente precificada, o risco de atraso está agora fora de questão. A reforma, que estabeleceu uma idade mínima para aposentadoria e benefícios reduzidos, economizará cerca de R$ 800 bilhões na próxima década, uma medida fundamental para melhorar a posição fiscal do país.










“Mercado já tinha precificado a Previdência ser aprovada sem grandes mudanças. Fica na expectativa do envio do resto da agenda de reformas”, disse Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos no Rio de Janeiro.
Um cenário externo mais positivo para mercados emergentes também ajudou a impulsionar os ativos brasileiros. O otimismo com a trégua comercial dos EUA e China e um acordo com o Brexit aumentaram o apetite dos investidores por ativos mais arriscados, restringindo os spreads de títulos e dando suporte a moedas e ações.


Fonte: Bloomberg 25 de outubro de 2019 / Por Aline Oyamada e Patricia Lara.

https://www.bloomberg.com.br/blog/risco-tem-serie-mais-longa-de-baixa-desde-2004-com-vibe-reforma/

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

e-mail:heliocabral@coseno.com.br

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Estimativa de inflação cai pela 11ª vez seguida para 3,26%

Caros Leitores;

Instituições financeiras reduziram, pela 11ª vez seguida, a estimativa para a inflação este ano. Segundo pesquisa do Banco Central (BC) feita ao mercado financeiro, divulgada todas as segundas-feiras pela internet, a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, desta vez passou de 3,28% para 3,26% em 2019.
Para 2020, a estimativa caiu de 3,73% para 3,66%, na quarta redução seguida. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50%, em 2022.
As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Com expectativa de inflação em queda, o mercado financeiro reduziu a previsão para a Selic ao final de 2019. Para o mercado financeiro, a Selic deve terminar 2019 em 4,50% ao ano. A previsão da semana passada era 4,75% ao ano. Atualmente, a Selic está em 5,50% ao ano.
O mercado financeiro não alterou a expectativa para o fim de 2020: 4,75% ao ano.
Para 2021, a expectativa é que a Selic termine o período em 6,50% ao ano, a mesma previsão há duas semanas. Para o fim de 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.
Crescimento da economia
A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,87% para 0,88% em 2019.
As estimativas para os anos seguintes não foram alteradas: 2% em 2020; e 2,50% em 2021 e 2022.
Dólar
A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 e, para 2020, passou de R$ 3,95 para R$ 4.
Edição: Valéria Aguiar Tags: INFLAÇÃOBANCO CENTRALCRESCIMENTO DA ECONOMIADOLAR
DÊ SUA OPINIÃO SOBRE A QUALIDADE DO CONTEÚDO QUE VOCÊ ACESSOU.
Para registrar sua opinião, copie o link ou o título do conteúdo e clique na barra de manifestação.
Você será direcionado para o "Fale com a Ouvidoria" da EBC e poderá nos ajudar a melhorar nossos serviços, sugerindo, denunciando, reclamando, solicitando e, também, elogiando.
Fonte: Agência Brasil / Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil  Brasília / 21-10-2019


Inflação

Caros Leitores:

O que é inflação
Inflação é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços. Ela é calculada pelos índices de preços, comumente chamados de índices de inflação.
O IBGE produz dois dos mais importantes índices de preços: o IPCA, considerado o oficial pelo governo federal, e o INPC.

Para que servem o IPCA e o INPC?

O propósito de ambos é o mesmo: medir a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços consumida pela população. O resultado mostra se os preços aumentaram ou diminuíram de um mês para o outro.
A cesta é definida pela Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF, do IBGE, que, entre outras questões, verifica o que a população consome e quanto do rendimento familiar é gasto em cada produto: arroz, feijão, passagem de ônibus, material escolar, médico, cinema, entre outros.
Os índices, portanto, levam em conta não apenas a variação de preço de cada item, mas também o peso que ele tem no orçamento das famílias.

Saiba mais, acessando o Portal do IBGE

Fonte: IBGE


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

e-mail:heliocabral@coseno.com.br

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Open banking traz competição a bancos e deve reduzir juros, diz Meirelles

Caros Leitores;


A concorrência no mercado bancário brasileiro vai crescer com o open banking e com o cadastro positivo, e essa maior disputa vai ajudar a diminuir as taxas de juros cobradas dos consumidores no país. A opinião é do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, que comandou a instituição entre 2003 e 2011 e hoje é o titular da secretaria de Fazenda e Planejamento do estado de São Paulo.

O open banking, ou banco aberto, é um sistema que permite a troca de informações entre os participantes do sistema bancário, como bancos, financeiras, fintechs, ou seguradoras. O tema está em discussão dentro do governo com implementação prevista para ser iniciada no ano que vem.
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/10/17/banco-central-open-banking-regras-audiencia-publica.htm

Dados compartilhados trarão competição


"O open banking é um campo aberto para a inovação no setor financeiro", disse Meirelles durante o evento Open Banking Day, na capital paulista.

Ele chamou atenção para a relevância do cadastro positivo para que o open banking surta efeito prático.

No Brasil sempre funcionou o sistema do cadastro negativo. Os bancos só eram obrigados a fornecer os dados negativos de seus clientes, mas não os positivos, ou seja, a lista dos bons pagadores fica restrita aos grandes bancos que conhecem os consumidores porque é por meio dessas instituições que a grande parte das pessoas recebe salários ou faz financiamentos, por exemplo.

Essa barreira começa a cair com o cadastro positivo, afirmou Meirelles, uma vez que esse sistema determina às instituições abrirem as informações dos históricos das pessoas a todos os demais agentes de mercado, como bancos, financeiras, fintechs.

"Com o cadastro positivo, temos as condições de avançar com o open banking", afirmou Meirelles em evento realizado em São Paulo sobre o tema.


Sigilo será garantido


Para o ex-presidente do Banco Central, o cadastro positivo não fere o direito de cada cidadão abrir ou não seus dados históricos aos demais agentes de mercado.
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/07/31/cadastro-positivo-editado-problemas.htm


Para quem não quiser abrir suas informações por algum motivo, basta a pessoa informar aos órgãos do setor financeiro que não quer a abertura de suas informações de consumo.

Juros altos por falta de concorrência

O ex-presidente do Banco Central destacou que as taxas de juros no país ainda são elevadas para o consumidor final por causa da falta de concorrência no mercado financeiro.

Segundo Meirelles, mesmo com a taxa básica de juros (Selic) em baixos níveis e uma inflação abaixo da meta, inferior a 4% ao ano, as taxas cobradas nos empréstimos dados aos consumidores se mantêm alta.

Com o cadastro positivo e o open banking, afirmou Meirelles, todas as financeiras, bancos digitais e fintechs terão acesso aos dados dos consumidores e poderão, assim, ter condições de dar crédito.

A concorrência deve crescer, e isso tende a derrubar os juros cobrados dos consumidores finais. "Temos que ter a maior competição possível, inclusive no mercado financeiro", declarou.



Menos agências físicas



Segundo Meirelles, as inovações tecnológicas permitem o atendimento dos clientes por meio digital, o que diminui a necessidade de agências bancárias físicas.

"Quando havia a necessidade de ter agências para atender os clientes, isso era uma barreira de entrada porque é caro. Com as plataformas digitais, essa barreira deixa de existir", afirmou Meirelles.

Segundo ele, os grandes bancos devem reagir a esse processo todo, e não de forma defensiva, mas de forma ofensiva, criando suas próprias plataformas digitais.


Fonte: UOL Economia / João José Oliveira Do UOL, em São Paulo / 17-10-2019


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

e-mail:heliocabral@coseno.com.br