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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Sinais de aceleração no Brasil testam apetite estrangeiro

Caros Leitores;


O rali que destacou a bolsa brasileira entre os mercados acionários globais no ano passado ainda não balançou o investidor estrangeiro.
Os estrangeiros retiraram cerca de R$ 4,7 bilhões em ações brasileiras em 2019, de acordo com dados da B3. Excluindo a entrada de recursos via ofertas de ações, a saída líquida salta para cerca de R$ 44,5 bilhões, a maior desde ao menos 2004.
Embora gestoras de recursos incluindo Fidelity e BlackRock tenham mantido posição overweight no mercado brasileiro, a maior parte dos investidores estrangeiros segue com uma postura mais cautelosa em relação ao país. O ritmo mais lento do que o esperado da recuperação econômica não ajudou, enquanto outros mercados emergentes da Indía à Argentina não entregaram promessas de reformas. Os investidores locais, famintos por maiores retornos à medida que as taxas de juros caem a mínimas históricas, ocuparam esse espaço.
“O estrangeiro não se animou tanto quanto o investidor local”, disse Pedro Sales, sócio e gestor da estratégia de ações brasileiras da Verde Asset Management. “A bolsa se tornou muito mais interessante para o brasileiro, que viu o seu custo de capital sair de um patamar super alto para um patamar super baixo.”
O movimento de queda da taxa de juros tem impulsionado a migração de produtos de renda fixa para investimentos de maior risco. Com a Selic a 4,5%, contra 14% há apenas alguns anos, os locais têm buscado cada vez mais alternativas aos seus investimentos tradicionais em títulos do Tesouro ou poupança. No ano passado, o investidor pessoa física respondeu por mais de 18% da negociação na bolsa brasileira, a maior fatia desde ao menos 2013, segundo dados da B3.
Sinais incipientes de que o crescimento econômico tem começado a ganhar tração no Brasil têm emergido ao longo dos últimos meses. Desde que o PIB do terceiro trimestre surpreendeu para cima, dados de vendas do varejo, produção industrial e criação de empregos vieram acima do esperado.
O ano começou com um tom positivo para o mercado acionário. Recentemente, o maior fundo de índice de ações brasileiras registrou a maior entrada líquida semanal em sete anos, enquanto houve uma redução na posição líquida vendida dos investidores estrangeiros nos contratos do Ibovespa futuro nos primeiros pregões do ano. Além disso, estrategistas estão projetando que a bolsa apresente o quinto ganho anual seguido neste ano.
“O Brasil está bem preparado para receber muito interesse por parte dos investidores mais adiante”, disse Ray Zucaro, diretor de investimentos da RVX Asset Management em Miami. De acordo com ele, uma combinação de moeda estável, juro menor e valuations interessantes devem ajudar o Brasil a se destacar na América Latina.
Os investidores estrangeiros estão dando um olhar mais atento e “fazendo seu dever de casa” com Brasil, disse Zucaro.


Fonte: Bloomberg 7 de janeiro de 2020 / Por Vinícius Andrade.

https://www.bloomberg.com.br/blog/sinais-de-aceleracao-no-brasil-testam-apetite-estrangeiro/

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sábado, 4 de janeiro de 2020

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Construtoras: uma virada espetacular em 2019 na bolsa e boas perspectivas para 2020

Caros Leitores;

De mais odiado da Bolsa, setor teve uma retomada incrível e hoje acumula recomendações de compra

SÃO PAULO – Em 2015, diante de recessão, ajuste fiscal e consequências da Operação Lava-Jato, a crise das construtoras parecia não ter fim. Foram cerca de 600 mil demissões e queda de 98% nos lucros das companhias do setor.
Em meio a esse cenário, as ações das construtoras caíram entre 18% (queda da Trisul) e 65% (baixa da Helbor) entre o início de 2015 e fevereiro de 2016, período que marcou o auge da crise política e econômica brasileira. As exceções foram MRV, que saltou 20% naqueles tempos, e Gafisa, que subiu 5%.
Contudo, a história mudou de figura em 2019.
O Índice Imobiliário (Imob) dispara 67% neste ano (2019), enquanto os papéis da MRV (MRVE3) sobem 84%, Cyrela (CYRE3) salta 107% e. Even (EVEN3) tem alta de 153%. Tecnisa (TCSA3) registra ganhos de 27% Tenda (TEND3) sobe 86%, Direcional (DIRR3) sobe 112%, Eztec (EZTC3) tem 101% de ganhos, Helbor (HBOR3) apresenta uma alta impressionante de 196% e Trisul (TRIS3) uma ainda mais expressiva, de 276%. Só Gafisa (GFSA3) destoa, caindo 49% desde o início do ano por motivos já explicados aqui no InfoMoney.
Marcello Milman, analista da AZ Quest, explica o movimento, destacando que o mercado antecipa o que os investidores acreditam que acontecerá na economia e o horizonte macro atualmente tem bem menos nuvens do que tinha quatro anos atrás. “As coisas estão melhorando para o Brasil e mais ainda para os segmentos de média e alta renda em São Paulo”, afirma.
Renan Manda, analista de fundos imobiliários da XP Investimentos, entende que apesar da forte valorização recente, as empresas do setor de construção ainda têm potencial para continuar a performar bem no curto prazo na Bolsa.
Os fatores que sustentam essa tese são quatro: a recuperação da atividade econômica conjugada à queda nas taxas de desemprego, o que aumenta a estabilidade financeira das famílias; o corte na taxa básica Selic, que levou diversos bancos a reduzir os juros do financiamento imobiliário; estabilização da oferta com a redução no volume de lançamentos dos últimos anos; e a aprovação da nova lei dos distratos, que deve minimizar o impacto desse problema no futuro.
Sobre esse último ponto, vale lembrar que antes da Lei 13.786/2018 não havia uma regra que regulasse as obrigações entre a construtora e o consumidor caso o contrato de compra não fosse cumprido devido ao desejo de qualquer uma das partes. Durante a crise, como diversas pessoas compraram imóveis a prestações e não conseguiram honrar com os valores que teriam de ser pagos, o número de distratos disparou e frequentemente as disputas foram parar no Judiciário.
Hoje, a questão está estabelecida em um teto de 25% de retenção pela construtora do total que foi desembolsado pelo comprador. “Na nossa visão, a nova lei deve amenizar o impacto dos distratos nas incorporadoras caso um novo ciclo negativo do setor ocorra e possivelmente evitará parcialmente o estresse financeiro das empresas”, aponta o analista da XP.
Em relatório, os analistas Thiago Lofiego, Victor Tapia, Maria Clara Negrão e José Cataldo, do Bradesco BBI, ressaltam ainda que a construção de moradias para pessoas de baixa renda já estava em recuperação desde 2017, por serem menos intensivas no uso de aço. Agora, dois anos depois, começam a ser vistos os sinais de que os segmentos de média e alta renda estão indo no mesmo caminho.
“Estimamos que os lançamentos para o público de média-alta renda cresçam 76% em 2019 e outros 18% em 2020”, destacou a equipe de análise do banco. As principais apostas do Bradesco no setor são Direcional, Tenda e Trisul, para as quais os especialistas estimam um rendimento médio de lucro de 12% entre 2020 e 2022, contra 9% dos seus pares.
Riscos e oportunidades no radar
De acordo com Milman, a confiança no aumento de emprego, renda e capacidade de financiamento aumentou, de modo que o mais importante agora a se monitorar é a oferta de imóveis. “Diversas empresas estão fazendo lançamentos, então alguns segmentos podem ter problemas de saturação, como é o caso dos compactos, que são incentivados na capital paulista.”
O analista da AZ Quest ressalva que este problema dos imóveis com áreas menores afeta hoje muito mais algumas empresas que não são listadas do que as mais tradicionais da B3. No caso das construtoras com capital aberto, Milman argumenta que o principal risco está associado ao excesso de otimismo.
“O setor deve crescer mais na economia real e menos na Bolsa, porque grande parte da melhora esperada nas demonstrações financeiras destas empresas já foi antecipada. Não deve se esperar uma apreciação de 100% nas ações de novo em 2020”, avalia.
A XP espera que os melhores desempenhos dentre as ações de construtoras em 2020 fiquem por conta de Cyrela e Eztec. A primeira pela combinação favorável de crescimento, geração de caixa, baixa alavancagem e exposição ao segmento de média e alta renda paulistano. Já a segunda ganharia um impulso dos seus projetos em cidades próximas à região metropolitana de São Paulo.
“Para o médio prazo, acreditamos que a companhia voltará a desenvolver projetos de grande porte no segmento de média renda, além do desenvolvimento de lajes corporativas para venda (como o projeto Esther Towers, atualmente em construção)”, comenta Renan Manda sobre a Eztec.
Fonte: InfoMoney / Por Ricardo Bomfim

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Poupança em baixa exige busca por novos investimentos em 2020

Caros Leitores;

Diversificação da carteira e a busca por investimentos mais arriscados figuram como as grandes apostas para quem quer multiplicar a grana no ano que vem

Os pequenos investidores brasileiros vão entrar em 2020 com a árdua missão de driblar a menor taxa de juros da história para conquistar rentabilidade.
Com a Selic em 4,5% ao ano e a inflação acumulada dos últimos 12 meses na casa dos 3,2%, as aplicações na tradicional caderneta de poupança, que atualmente rende 70% do valor da taxa básica de juros (3,1% ao ano), já resultam na perda real aos investidores.

Penando nisso, o R7 ouviu educadores financeiros e especialistas em investimentos para listar o que vale a pena para cada perfil de investidor em 2020, seja ele conservador ou arrojado.

A diversificação da carteira e a busca por investimentos mais arriscados figuram como as grandes apostas para quem deseja multiplicar a grana a ser poupada.
“Os conservadores além da conta e os preguiçosos que deixavam o dinheiro parado não vão mais ganhar dinheiro. Acabou a festa”, afirma o gestor de investimentos da Par Mais, Alexandre Amorim.
Para que o retorno financeiro atenda às expectativas e ao menos supere a inflação, o que não acontece mais com a poupança, é indicado que a diversificação passe por títulos do Tesouro Direto, ativos de renda fixa, fundos de investimento e ações.
O fundador da Guru Investimentos, Felipe Catão, explica que no momento atual até mesmo algumas migrações vão continuar remunerando pouco os investidores.
“Se ele tem 100% dos recursos hoje em poupança, é interessante migrar parte disso para o Tesouro Direto e um pequeno percentual para ativos mais arriscados, como fundos multimercados e até mesmo um pouco de bolsa para começar a se acostumar”, orienta.
Renda fixa
Apesar da tendência de pagar sempre um percentual do CDI, indicador atrelado à taxa básica de juros, os títulos como CDB, LCI e LCA ainda são indicados para a carteira de investidores que vão precisar dos recursos em curto e médio prazo.
Para quem “não tem grandes fortunas”, Catão vê com bons olhos a busca por ativos e renda fixa. “Procurem esses CDBs que pagam entre 120% e 150% do CDI em bancos de pequeno médio porte e que têm a garantia do FGC para investimentos de até R$ 250 mil”, avalia ele.
A educadora financeira Cintia Senna, da DSOP, indica que as opções da renda fixa como boas apostas para quem pensa em retirar o valor investido em curto prazo. "Ainda existem CDBs que rendem pelo menos 100% do CDI, o que para esse período ainda vale a pena. Algumas instituições também oferecem LCI e LCI com bons retornos", destaca.
Ao comentar as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícolas) que pagam um percentual do CDI, o fundador da Guru Investimentos ressalta que os títulos podem ser mais atrativos por serem isentos do pagamento de imposto de renda. “O problema é que está difícil de achar esse ativo”, lamenta Catão.
Fundos
Outra opção que ganha força entre os brasileiros com a queda da taxa básica de juros são os fundos de investimento, como os multimercados, imobiliários e de ações.
O gestor de investimentos da Par Mais, Alexandre Amorim, observa que a aposta nos fundos como um “excelente mercado” por destinar a um gestor a tomada de decisões. “Historicamente, os gestores no Brasil conseguem ‘performar’ muito melhor do que um investidor que decido entrar no mercado”, diz ele ao comentar sobre os fundos de ações.
Para Catão, é necessário estar atento às taxas de administração e performance ao optar pelo investimento em um fundo. “Quando você fala em fundos multimercados, que são mais competitivos e têm rentabilidades menores, uma taxa de administração acima de 2% já fica bem puxado”, analisa.
Estão também disponíveis no mercado os fundos imobiliários. Segundo Catão, a aposta na modalidade requer uma análise prévia. “É necessário investigar um pouco, saber o que tem na carteira, se está comprando laje corporativa ou galpão e qual é a concentração de investidores”.
Cintia Senna, por sua vez, alerta para a imprevisibilidade do retorno oferecido pelos fundos de investimento. “Eles têm uma expectativa com base no passado, mas não quer dizer que ele vai me dar esse retorno no futuro”, explica a educadora financeira.
Ações
rendimento de mais de 30% do Ibovespa neste ano fez o número de investidores brasileiros no mercado acionário dobrar. Apesar do salto em 2019, o mercado de ações segue com boa atratividade para 2020, garantes os educadores financeiros.
Felipe Catão, da Guru Investimentos, defende o investimento em ações, mas recomenda cautela. "Todo mundo que está entrando na Bolsa, está só vivendo o conto de fadas de ganhar mais dinheiro do que ganhava na renda fixa, só que ainda não pegou um chacoalhão”, alerta ele.
De acordo com Cintia, os mais conservadores que quiserem se arriscar em ações devem se limitar a 10% do patrimônio e entender que o montante está sujeito a oscilações. “Quando eu invisto em ações, estou apostando em uma empresa, na geração de renda dela e eu vou receber por isso”.
Para a educadora financeira, é necessário ter paciência ao entrar no mercado acionário. “É necessário proteger o patrimônio, não deixar ele exposto a uma oscilação de investimentos que pagam mais, porém que podem ter uma redução ao ser retirado no curto prazo”, completa Cintia.
Tesouro

Com a inflação acumulada em 12 meses abaixo de 4% e a taxa básica de juros da economia em 4,5% ao ano, o Tesouro Selic ainda oferece um pouco de ganho real aos investidores.
Mais vantajosa do que a poupança e com a mesma liquidez, o título público atrelado à taxa básica de juros da economia é uma boa opção para quem deseja formar uma reserva de emergência.
“O Tesouro Selic vale a pena se esse dinheiro for reserva de emergência e ele está usando a Selic para poder fazer essa troca. Só não pode ficar sem nenhum capital para uma necessidade que pode existir”, explica Cintia, da DSOP.
Para quem já formou a reserva de emergência e busca por uma rentabilidade que ganhe ao menos da inflação, os especialistas indicam o Tesouro IPCA como boa opção. “Uma forma de se proteger dos juros baixos seria comprar algo atrelado à inflação”, afirma Catão.

Fonte: R7 Economia / Alexandre Garcia, do R7  / 25-12-2019

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

60 fintechs de crédito podem ser autorizadas em 2020 no Brasil

Caros Leitores;

Presidente do Banco Central diz que 60 fintechs de crédito podem ser autorizadas no próximo ano.
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, sinalizou que cerca de 60 fintechs poderão ser autorizadas no próximo ano. 
13 empreendimentos de crédito já foram autorizados e 20 pedidos ainda estão na fila, informou o chefe do BC.
Campos Neto acrescentou que a maior participação destes empreendimentos é fundamental para aumentar a concorrência e diminuir as taxas de juros no Brasil.
As declarações foram feitas nesta terça-feira (19) durante audiência pública na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal
Campos Neto também voltou a sinalizar que há espaço para corte adicional da taxa básica Selic, que atualmente está em 5% ao ano, informa o site Poder360.

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HélioR.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos da Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia e Climatologia).

Membro da Society for Science and the Public (SSP) e assinante de conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration) e ESA (European Space Agency).

Participa do projeto S`Cool Ground Observation (Observações de Nuvens) que é integrado ao Projeto CERES (Clouds and Earth´s Radiant Energy System) administrado pela NASA.A partir de 2019, tornou-se membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), como astrônomo amador.

Participa também do projeto The Globe Program / NASA Globe Cloud, um Programa de Ciência e Educação Worldwide, que também tem o objetivo de monitorar o Clima em toda a Terra. Este projeto é patrocinado pela NASA e National Science Fundation (NSF), e apoiado pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) e U.S Department of State.



Banco Central garante que economia do Brasil ganhou tração

Caros Leitores;

Expectativa é de aceleração nos próximos trimestres. Banco Central demonstra otimismo.
Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a diretoria do Banco Central concluiu que a economia do Brasil ganhou “tração”. O documento foi divulgado nesta terça-feira (17).
“Os trimestres seguintes devem apresentar alguma aceleração, que deve ser reforçada pelos estímulos decorrentes da liberação de recursos do FGTS e PIS-Pasep – com impacto mais concentrado no último trimestre de 2019”, afirmou o Copom, segundo a agência EBC.
“Os membros do Copom julgam que as transformações do mercado de crédito e capitais tendem a aumentar a potência da política monetária”, acrescentou o Banco Central.
Os últimos dados da atividade econômica e a maior eficiência do mercado de crédito e capitais podem resultar em uma redução da ociosidade do setor produtivo “mais rápida do que antevisto e, com isso, produzir pressão altista na inflação”, completou o Copom.
Com relação aos preços administrados — energia elétrica, gasolina, gás, transporte público e alimentos –, o Copom considerou “a presença de condições benignas para a ocorrência de reajustes menores nas tarifas de energia elétrica, que já vêm se materializando nos últimos meses e devem prosseguir nos trimestres seguintes”.
Fonte: RenovaMídia / 18-12-2019

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Cidade Solar é inaugurada com capacidade de geração de 9,36 milhões de kWh/ano

Caros Leitores;




Cidade Solar tem 18 mil placas, que foram importadas da China e têm durabilidade estimada de 25 anos.
Fazenda de geração de energia, a Cidade Solar, foi inaugurada nesta quinta-feira (12), em Jaraguari. Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) participou da inauguração do empreendimento, que é privado e parte do investimento é de financiamento por meio Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Localizada no município vizinho de Campo Grande, a Cidade Solar tem 14 hectares e 120 clientes, como hotel, pousada, restaurante, supermercado, escritórios, entre outros.
De acordo com o diretor-presidente da Solar Energy, Hewerton Elias Martins, a Cidade Solar tem 18 mil placas, que foram importadas da China e têm durabilidade estimada de, pelo menos, 25 anos. As placas tem capacidade de geração de 9,36 milhões de kWh/ano, o que equivale ao consumo de 5,2 mil casas populares no ano.
Ainda segundo Martins, a energia gerada é inserida no sistema e o cliente pode abater o valor na conta. “O dinheiro que o empresário economiza, ele investe no negócio e movimenta a economia da cidade e do Estado”, afirmou.
Conforme Azambuja, o uso de fontes sustentáveis faz parte de uma política estratégica de Estado, que tem como meta ser o primeiro Carbono Neutro do País.
Entre as medidas adotadas para incentivar o uso de energia limpa estão a isenção de ICMS para a importação de equipamentos usados para captação e geração, isenção de compensação ambiental para a geração de energia fotovoltáica e priorização da energia solar na liberação de recursos do FCO.
“É uma visão estratégica. A gente entende que priorizar a geração de energia limpa, renovável, é contribuir para questão ambiental, para a sustentabilidade de Mato Grosso do Sul, do Brasil e do mundo”, disse o governador Reinaldo Azambuja.
De acordo com o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, 0,9% da energia usada em Mato Grosso do Sul é solar. Em quatro anos a expectativa é de chegar a 5%. 
Jaime Verruck contou que existe a intenção de usar essa energia sustentável no Pantanal para abastecer propriedades rurais e ribeirinhos. “Temos projeto que já iniciou: vamos colocar no Pantanal mais de 1,7 mil painéis fotovoltáicos. Toda a energia usada no Pantanal vai ser fotovoltaica. Nós vamos colocar esse bioma com a energia limpa”, afirmou.
Fonte: Correio do Estado / GLAUCEA VACCARI / 13-12-2019

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Títulos de gênero chegam à América Latina em onda sustentável

Caros Leitores;


Emissores na Colômbia, República Dominicana e Equador estão na fila para vender os chamados títulos de gênero. A América Latina se mostra mais receptiva ao mercado de dívida socialmente responsável, que ainda é pequeno, mas mostra rápido crescimento.
Os títulos, que serão vendidos no primeiro trimestre de 2020, financiarão projetos que promovam a igualdade de gênero por meio de medidas como empréstimos a empresas controladas por mulheres, disse Gema Sacristan, diretora de investimentos do BID Invest, o braço de investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento, que participa da estruturação das ofertas. Ela não quis identificar os emissores.
“Há mais demanda por títulos sociais e, pouco a pouco, mais investidores estão interessados em investir com perspectiva de gênero”, disse.
As emissões ocorrem em meio ao crescente interesse em títulos sustentáveis na América Latina, região que até recentemente caminhava com atraso em relação à tendência global. As emissões desse tipo de dívida quadruplicaram, para cerca de US$ 5 bilhões este ano em comparação com 2018, segundo dados compilados pela BloombergNEF. O volume ainda corresponde a menos de 2% dos US$ 380 bilhões emitidos globalmente.
No entanto, uma pesquisa da Natixis Investment Managers realizada com investidores este ano revelou que a região mostra a maior demanda por investimentos ambientais, sociais e de governança.
“Estamos em um momento na região prestes a ver muito crescimento nessa área”, disse José Luis León, diretor-gerente da Natixis na Colômbia. Segundo ele, a demanda é puxada por consumidores, que exigem mais opções socialmente responsáveis.










Como uma subcategoria de títulos sociais, a dívida de gênero tem como objetivo reduzir a desigualdade no acesso das mulheres ao mercado de trabalho, posições de liderança e crédito mediante a concessão de empréstimos a empresas sob o comando de mulheres, que ofereçam produtos ou serviços às mulheres ou que estejam comprometidas com a promoção da igualdade, de acordo com o BID Invest.
No entanto, os títulos de igualdade de gênero ainda são incipientes, com apenas cerca de US$ 1,7 bilhão em dívida emitida entre 2017 e 2018, com emissões lideradas por empresas na Austrália, Canadá e Turquia, segundo o BID Invest.
“É necessário educar investidores institucionais e de varejo na região sobre os benefícios do investimento em gênero“, disse Sacristan. “Na América Latina e no Caribe, a demanda por dívida de empresas e bancos menores ainda precisa ser desenvolvida.”


Fonte: Bloomberg 6 de dezembro de 2019 / Por Ezra Fieser.

https://www.bloomberg.com.br/blog/titulos-de-genero-chegam-a-america-latina-em-onda-sustentavel/

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

‘Open banking’ coloca fintechs e bancos em pé de igualdade, diz BC

Caros Leitores;


O “open banking”, sistema que vai permitir o compartilhamento de dados bancários de clientes, é a aposta do Banco Central para fomentar a concorrência no mercado financeiro porque coloca bancos e fintechs em pé de igualdade, afirmou o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello. O aumento da competição ocorrerá, segundo ele, independentemente do nível de concentração do sistema financeiro.

“O ‘open banking’ é uma iniciativa, inclusive no caso do Reino Unido, de fomento à competição. Nós, do BC, temos procurado esclarecer que o importante é estimular a concorrência, que traz melhores produtos, a custo mais baixo para o cliente. A concorrência pode acontecer com concentração alta ou baixa. A competição é o que importa”, disse Pinho de Mello, durante evento sobre o tema promovido na terça-feira, 3, em São Paulo, pelo escritório Focaccia, Amaral e Lamonica Sociedade de Advogados (FAS Advogados).
O BC abriu consulta pública sobre o sistema na semana passada, que seguirá até o dia 31 de janeiro de 2020. A ideia da autoridade monetária é que o processo seja separado em quatro fases, sendo que a primeira deve ser implementada até o fim deste ano.
Segundo Pinho de Mello, a aposta do BC em colocar o “open banking” como um vetor de aumento da concorrência no mercado financeiro brasileiro é parecida com o cadastro positivo, mas com um escopo maior. “Se houver um acesso simétrico de todos os potenciais provedores de serviços financeiros à mesma informação, isso naturalmente aumenta a concorrência, porque coloca em pé de igualdade uma financeira, fintechs, bancos tradicionais no intuito de fazer a mesma proposta de um produto financeiro”, explicou.
“O ‘open banking’ tem missão ampla no sentido de tornar o sistema financeiro mais eficiente, promover a inovação, estimular a concorrência e a inclusão”, reforçou.
O diretor-geral de negócios de varejo do Itaú Unibanco, Márcio Schettini, vê na implementação do sistema desafios às grandes instituições financeiras. “Primeiro, teremos o desafio da atualização tecnológica, depois teremos de entender o que significa trabalhar com mais players e parceiros, que somarão à nossa capacidade de fazer negócios”, avaliou. Segundo Schettini, outro ponto importante para os grandes bancos é “entender a nova necessidade do cliente”.
‘Licença light’
Na opinião do sócio do escritório FAS Advogados, Pedro Eroles, dentre as alternativas possíveis, o BC poderia criar uma ‘licença light’ para permitir que instituições não supervisionadas pela autoridade monetária tenham acesso direto ao “open banking”. “Não tem como deixar empresas como o Nubank, que já tem valor de unicórnio, fora do sistema ou à margem dele, somente via parcerias com as instituições supervisionadas”, avaliou Eroles. Pelo desenho atual da regulação, esses players só poderão se conectar de forma indireta por meio dos bancos e demais empresas que estão sob o guarda-chuva de supervisão da autoridade monetária e únicos autorizados nessa primeira etapa.
Pinho de Mello, do BC, comentou pela primeira vez esse ponto e disse que a autoridade monetária pretende endereçar esse assunto em algum momento. “Dá para resolver dentro do próprio arcabouço existente hoje”, afirmou, sem mais detalhes.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Istoe / 04-12-2019


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