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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Copom reduz a taxa Selic para 14,00% a.a.

Caro(a) Leitor(a);





O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião sugere uma moderação gradual da atividade econômica, embora ainda em patamar resiliente, com sinais mistos entre setores, e mercado de trabalho aquecido. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia desacelerou, porém ainda acima do limite superior da meta, enquanto as medidas subjacentes desaceleraram para patamar ligeiramente abaixo do limite superior da meta.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,0% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2028, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado, com horizontes mais longos incorporando impactos potenciais de segunda ordem de choques de oferta, relacionados ao petróleo e seus derivados, e a efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e custos de energia; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada; e (iv) estímulos à demanda agregada, em particular ao componente de consumo, que tenham como resultado o crescimento da atividade econômica acima do produto potencial, enfraquecendo parte dos canais usuais de transmissão da política monetária. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente dos choques de comércio e do petróleo, e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores correntes de atividade mantêm-se consistentes com uma trajetória de desaceleração no acumulado de 2026. O Comitê monitora com atenção a desancoragem adicional das expectativas de inflação para prazos mais longos na medida em que esta contribui para a determinação dos preços e aumenta o custo de desinflação.

Em decorrência da dinâmica dos riscos associados à evolução dos preços, o Comitê reafirma que a magnitude total do ciclo de calibração será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta.

O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

 O cenário atual, caracterizado por significativo aumento da incerteza, desancoragem das expectativas e riscos elevados em torno do cenário base, demanda serenidade e cautela na condução da política monetária. O Comitê seguirá acompanhando a evolução do cenário de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, e Rodrigo Alves Teixeira.

Tabela 1

Projeções de inflação no cenário de referência

Variação do IPCA acumulada em quatro trimestres (%)

Índice de preços202620271º tri 2028
IPCA5,13,83,2
IPCA livres5,13,93,1
IPCA administrados4,93,53,5

No cenário de referência, a trajetória para a taxa de juros é extraída da pesquisa Focus e a taxa de câmbio parte de R$5,10 /US$, evoluindo segundo a paridade do poder de compra (PPC). O preço do petróleo segue aproximadamente a curva futura pelos próximos seis meses e passa a aumentar 2% ao ano posteriormente. Além disso, adota-se a hipótese de bandeira tarifária “amarela" em dezembro de 2026 e de 2027. O valor para o câmbio foi obtido pelo procedimento usual.


Publicado 05/08/2026 às 18:33

Atualizado 05/08 às 18:48

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Fonte / Créditos:  Banco Central do Brasil / Publicado 05/08/2026

https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21215/nota

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Revista da PGBC recebe artigos para edição especial

Caro(a) Leitor(a);





Publicação vai tratar de cidadania financeira e aspectos ligados ao tema. Interessados têm até 30 de agosto de 2026 para submeter seus trabalhos. Artigos precisam seguir normas técnicas exigidas. Acesse e leia a matéria para conferi-las.

Publicado 06/04/2026 às 09:56
Atualizado 29/04 às 10:16

A Revista da Procuradoria-Geral do Banco Central (PGBC) está com a chamada de artigos aberta para a sua próxima edição, que será um número especial sobre cidadania financeira. Interessados em submeter seu trabalho à publicação devem enviá-lo por aqui até 30 de agosto. A publicação da revista está prevista ainda para 2026. 

O propósito desse número é divulgar trabalhos jurídicos relacionados às quatro dimensões da cidadania financeira (inclusão financeira, educação financeira, proteção do consumidor e participação) que, ao mesmo tempo, dialoguem com os recentes avanços tecnológicos e com a agenda evolutiva do Banco Central (BC). 

A seguir, exemplos de artigos que podem ser submetidos (e de tópicos relacionados a eles): 

I – Digitalização do acesso ao crédito  

- Inteligência artificial: transparência e vieses algorítmicos.

- Experiência do usuário e superendividamento: aperfeiçoamentos regulatórios para garantia de acesso à informação adequada.

- Redução do spread para micro e pequenas empresas: duplicatas estruturais, Pix em Garantia, recebíveis de arranjo de pagamento e microcrédito.

- Mecanismos de enforcement para regras de transparência e relacionamento com usuários.

II – Inclusão financeira na era da informação 

- Papel dos meios de pagamento eletrônicos e do Pix na promoção da inclusão financeira.

- Desafios e oportunidades para a educação financeira em plataformas digitais.

- Arranjos de pagamento e plataformas digitais: interoperabilidade e acesso não discriminatório.

- Open Finance: desafios para a inclusão de micro e pequenas empresas e para na comunicação dos benefícios ao público.

III – Novas fronteiras de proteção do consumidor 

- Novos canais de participação, resolução de conflitos e construção de diálogo com o Sistema Financeiro Nacional (SFN).

- Mecanismos e práticas para prevenção de fraudes e golpes digitais.

- Segregação patrimonial de ativos virtuais: desafios legais e operacionais.

- Os direitos do consumidor de serviços financeiros: comentários à Lei 15.252/2025.

- Regulação administrativa e proteção do consumidor. 

Além desses tópicos, trabalhos que tratem de outros assuntos, mas que sejam relevantes no âmbito do tema cidadania financeira, também poderão ser publicados após avaliação e aprovação do Conselho Editorial da revista. 









Normas técnicas 

Os artigos submetidos à publicação devem estar em Word,  observando  as regras de publicação e os parâmetros de editoração detalhados neste link.  A revista pode contar com mais de um volume caso sejam submetidos e aprovados um número expressivo de trabalhos. 

Eventuais dúvidas devem ser remetidas ao e-mail revista.pgbc@bcb.gov.br.  

Conceituada 

Com periodicidade semestral (junho e dezembro) e classificação B1 no Qualis/Capes, a Revista da PGBC consolidou-se  como referência em estudos jurídicos e regulatórios.  A publicação busca promover a disseminação de conhecimento e o diálogo entre a academia e o setor público divulgando trabalhos jurídicos relacionados com as áreas de atuação do BC. 

​A última edição da revista (volume 18, número 2),  relativa ao segundo semestre de 2024,  foi publicada recentemente e traz artigos sobre regulação financeira no Brasil, sanções econômicas internacionais, direito de pagar do devedor etc. Acesse o conteúdo da publicação aqui.


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

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Fonte / Créditos:  Banco Central do Brasil 

https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21077/noticia

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


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Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

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Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

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