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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Open USD: stablecoin com governança descentralizada e apoio de 140 empresas, incluindo Visa, BlackRock e Solana

Caro(a) Leitor(a);

A Open Standard, liderada por Zach Abrams, lançou a Open USD (OUSD), uma stablecoin baseada em três pilares: zero taxa para emissão ou resgate; distribuição do rendimento das reservas entre parceiros, não retido pelo emissor; e governança compartilhada por conselho multiempresarial. Mais de 140 organizações já aderiram, como Visa, Mastercard, Stripe, BlackRock, BNY Mellon, Standard Chartered, BBVA, DBS, Google, Samsung, Shopify, Coinbase, Ripple, Solana, MetaMask e Aave. A operação está prevista para começar ainda em 2024.

A pesquisa sobre o acesso ao estado do Ethereum na camada de execução é um mergulho profundo nos fundamentos da blockchain. Ela detalha como as transações interagem com saldos, nonces, códigos e slots de armazenamento. Entender a anatomia do acesso ao estado permite otimizar o desempenho e a escalabilidade, endereçando gargalos como o crescimento do estado e a concentração da atividade. É uma análise que olha para a mecânica interna do que realmente acontece a cada bloco processado.

Os dados revelam que o crescimento do estado é inflado por uma quantidade significativa de slots "mortos". Cerca de 55% dos slots de armazenamento são escritos uma única vez e depois abandonados, sem futuras interações. Isso reforça a ideia de que o estado do Ethereum incha mais por acúmulo de dados pouco usados do que por uma reutilização intensa. No lado das leituras, a concentração é brutal: o 1% das contas mais acessadas responde por 96% a 98% de todas as leituras desde 2022. Esse pequeno grupo é puxado por grandes players, como stablecoins, DEXs e construtores de blocos. Isso é um sinal claro de como a atividade on-chain é centralizada em poucos contratos de grande volume.

O que mudou

A análise atual dos padrões de acesso ao estado do Ethereum valida e aprofunda discussões anteriores sobre a separação do estado. Em abril de 2026, o CEVIU noticiou o framework da Fundação Ethereum que posiciona L1 e L2 como camadas complementares. Essa visão de camadas se alinha com a necessidade de gerenciar o estado eficientemente, uma vez que a camada de execução tem limitações claras no que tange ao armazenamento. Agora, a proposta de dividir o estado em camadas "ativo" e "inativo" ganha um embasamento empírico robusto.

Em 2025, o blog da Ethereum Foundation já antecipava o "Futuro do Estado do Ethereum", discutindo a complexidade de lidar com o estado crescente da rede. O relatório mais recente traz dados concretos que mostram, por exemplo, que um "sweet spot" de 30 dias para a janela de "ativismo" do estado é suficiente para capturar 94% das atualizações, mantendo apenas 3% do estado "vivo" como ativo. Essa métrica, agora quantificada, fortalece as bases para implementações de propostas como a EIP-8295, que visa precificar o acesso ao estado de forma diferenciada, baseada no tempo da última modificação.

Por que isso importa

Entender a "anatomia" do acesso ao estado do Ethereum é crucial para o futuro da rede. O relatório demonstra que a maior parte do estado na blockchain não é reutilizada ativamente. Isso indica que abordagens atuais para armazenamento e acesso são ineficientes. Propostas como EIP-8188 e EIP-8295, que visam separar o estado ativo do inativo e precificar o acesso de acordo, se tornam mais urgentes. A implementação dessas EIPs pode otimizar significativamente os custos de transação e a eficiência da rede, permitindo maior escalabilidade.

A concentração de leituras em poucas entidades, principalmente stablecoins e DEXs, aponta para a necessidade de soluções de Layer 2 mais robustas. Embora a atividade se concentre, o potencial de "statelessness" e a gestão inteligente do estado podem aliviar a pressão sobre a Layer 1. As implicações vão desde a arquitetura de novos dApps até a governança da rede, garantindo que o Ethereum consiga manter suas propriedades de resistência à censura e abertura, mesmo com o crescimento exponencial de dados.

Linha do tempo

2025-12-16

Ethereum Foundation publica 'The Future of Ethereum’s State', discutindo desafios do crescimento do estado. [blog.ethereum.org](https://blog.ethereum.org/2025/12/16/future-of-state)

2026-03-27

CEVIU publica sobre framework da Fundação Ethereum que posiciona L1 e L2 como camadas complementares.

2026-06-29

Publicação da pesquisa 'The Anatomy of Ethereum's State Access' que embasa a notícia atual, analisando o estado do Ethereum até o bloco 24.870.000. [ethforum.org](https://ethforum.org/posts/ethresear-2026-06-29-the-anatomy-of-ethereum-s-state-access-25317)

2026-07-01

Análise detalhada dos padrões de acesso ao estado do Ethereum é publicada.

Perguntas frequentes

O que significa "estado" no contexto do Ethereum?

O estado do Ethereum é um banco de dados gigantesco que registra todas as informações da blockchain: saldos de contas, contratos inteligentes, seus códigos e seus armazenamentos (storage slots). Esse estado muda a cada transação, refletindo o status atual de toda a rede.

Por que a concentração de leituras é importante para o Ethereum?

A alta concentração de leituras em poucos contratos indica que a maior parte da atividade de consulta na rede acontece em entidades como stablecoins e exchanges descentralizadas. Isso revela os "hot spots" da rede, onde otimizações de acesso ao estado podem ter o maior impacto para a experiência do usuário e eficiência geral.

Como a separação do estado em camadas pode ajudar o Ethereum?

Separar o estado em camadas (ativo e inativo) pode conter o crescimento ilimitado da blockchain, evitando que nós da rede precisem armazenar dados raramente usados. Isso reduziria os requisitos de hardware para rodar um nó, diminuiria a latência e os custos de validação, e melhoraria a escalabilidade global do Ethereum, tornando-o mais sustentável a longo prazo.

Links relacionados

🔄Vitalik Buterin Detalha Reposicionamento Estratégico da Ethereum Foundation

Fontes

ethresear.chfonte original


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Fonte / Créditos: CEVIU   / Publicado 01/07/2026

https://ceviu.com.br/newsletter/ceviu-cripto/open-standard-anuncia-a-stablecoin-open-usd-com-o-apoio-de-mais-de-140-empresas

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Resenha Mensal: em maio de 2026, comércio lidera alta de 2,1% no consumo nacional de eletricidade

Caro(a) Leitor(a);

A mais recente edição da Resenha Mensal do M​ercado de Energia Elétrica​ mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 48.021 gigawatts-hora (GWh) em maio de 2026, aumento de 2,1% comparado a maio de 2025. É o segundo aumento consecutivo no consumo nacional mensal.

As classes residencial, comercial e outros tiveram aumentos no consumo de 4,2%, 5,1% e 1,2%, respectivamente. Somente a classe industrial apresentou queda no consumo, de 0,7%.

A região Nordeste diminuiu o consumo em 3,2%, enquanto as demais regiões expandiram seu consumo: Centro-Oeste (+4,6%), Sul (+3,5%), Sudeste (+3,1%) e Norte (+3,0%).

O consumo nacional acumulado nos últimos 12 meses foi de 569.595 GWh, aumento de 0,5% na comparação com igual período anterior.

Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 22.015 GWh, respondeu por 45,8% do consumo nacional de energia elétrica em maio de 2026, com crescimentos de 2,8% no consumo e de 21,8% no número de consumidores, na comparação com maio de 2025. O Centro-Oeste foi a região que mais expandiu esse consumo (+7,4%), enquanto o Norte teve o maior aumento no número de consumidores livres (+32,1%).

Já o mercado regulado das distribuidoras, com 26.006 GWh, que respondeu por 54,2% do consumo nacional, teve aumentos no consumo de 1,6% e no número de consumidores de 1,6% em maio de 2026. No mercado regulado, a região Sul teve a maior expansão no consumo (+5,3%), enquanto a região Centro-Oeste teve o maior aumento no número de consumidores cativos (+2,1%).

Após a abertura do mercado livre para todos os consumidores do grupo A (alta tensão) em janeiro de 2024 (portaria do Ministério de Minas e Energia nº 50/2022), houve migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) de mais de 25 mil consumidores em 2024 e outros 22 mil em 2025.

Acesse a mais recente edição da Resenha e ouça o Podcast​​​​.

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Fonte / Créditos: Empres de Energia Energética (EPE.GOV.BR)   / Publicado 30/06/2026

https://www.epe.gov.br/pt/imprensa/noticias/resenha-mensal-em-maio-de-2026-comercio-lidera-alta-de-2-1-no-consumo-nacional-de-eletricidade

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


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segunda-feira, 29 de junho de 2026

RHI Magnesita apresenta avanços em sustentabilidade e lança mais uma edição do Book ESG

Caro(a) Leitor(a);

O Book ESG apresenta resultados relacionados à redução de emissões, ampliação do uso de energia renovável, aumento da circularidade de materiais, fortalecimento da cadeia de suprimentos e investimentos em iniciativas socioambientais.  

“Mesmo diante de um cenário desafiador para a indústria e a mineração, seguimos avançando em nossa agenda de sustentabilidade com uma visão de longo prazo. Os resultados apresentados nesta publicação refletem a integração da sustentabilidade à nossa estratégia de negócios e o compromisso da RHI Magnesita com a segurança, a ética, a geração de valor e o desenvolvimento sustentável. Entendemos nosso papel em toda a cadeia produtiva e seguimos transformando desafios em oportunidades para construir um futuro mais resiliente”, afirma Wagner Sampaio, CEO da RHI Magnesita para a América Latina.  

Descarbonização e economia circular

Entre os destaques da publicação estão os avanços da empresa em sua jornada de descarbonização, com investimentos em eficiência energética, ampliação do uso de fontes renováveis de energia e desenvolvimento de soluções de menor impacto ambiental para seus clientes.  

A economia circular segue como um dos pilares da estratégia da companhia. O reaproveitamento de materiais refratários e o aumento da utilização de matérias-primas recicladas contribuem para a redução do consumo de recursos naturais e para a diminuição das emissões associadas aos processos produtivos.  

Compromisso com as comunidades

A publicação também apresenta iniciativas voltadas ao desenvolvimento social dos territórios onde a RHI Magnesita atua. Os investimentos contemplam projetos de educação, capacitação profissional, geração de renda, inclusão produtiva e fortalecimento comunitário, com foco na promoção do desenvolvimento local e na ampliação de oportunidades.  

Governança e transparência

No eixo de governança, a empresa reforça seu compromisso com a ética, a integridade e a transparência. A atuação é sustentada por políticas corporativas, programas de compliance, gestão de riscos, auditorias internas e externas, canais de denúncia e mecanismos de controle alinhados às melhores práticas de mercado.  

Signatária do Pacto Global da ONU desde 2018, a RHI Magnesita mantém seu compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e segue trabalhando para integrar critérios ESG às decisões estratégicas e operacionais da companhia.  

A publicação ESG está disponível para consulta aqui. 

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Fonte / Créditos: IBRAM   / Publicado 29/06/2026

https://ibram.org.br/noticia/rhi-magnesita-apresenta-book-esg/

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