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quinta-feira, 28 de maio de 2026

PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 5,8% e taxa de subutilização é de 13,8% no trimestre encerrado em abril

 Caro(a) Leitor(a),


PeríodoTaxa
Abril de 20262,63%
Março de 20262,28%
Abril de 2025-0,12%
Acumulado no ano5,12%
Acumulado em 12 meses1,07%

A taxa de desocupação (5,8%) no trimestre encerrado em abril de 2026 teve aumento de 0,4 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (5,4%) e caiu 0,8 p.p. ante o trimestre móvel de fevereiro a abril de 2025 (6,6%).

Indicador/PeríodoFev-mar-abr 2026Nov-dez-jan 2026Fev-mar-abr 2025
Taxa de desocupação5,8%5,4%6,6%
Taxa de subutilização13,813,8%15,4%
Rendimento real habitualR$ 3.732R$ 3.719R$ 3.542
Variação do rendimento habitual em relação a:0,3%5,3%

A população desocupada (6,3 milhões) apresentou crescimento de 8,0% na comparação com o trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (5,9 milhões). Porém, no confronto com igual trimestre do ano anterior (7,1 milhões), apresentou queda de 11,3% (menos 809 mil pessoas).

A população ocupada (102,3 milhões) teve redução de 0,3% frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (menos 338 mil pessoas) e aumentou 1,1% (mais 1,07 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (fevereiro a abril de 2025).

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,4%, uma redução de 0,3 p.p. frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (58,7%). Houve estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (fevereiro a abril de 2025).

A taxa composta de subutilização (13,8%) mostrou estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (13,8%) e teve queda de 1,7 p.p. no ano (15,4%). A população subutilizada (15,7 milhões) também ficou estável no trimestre (15,7 milhões) e recuou 11,1% (menos 2 milhões de pessoas) no ano.

A população subocupada por insuficiência de horas (4,2 milhões) mostrou queda de 5,5% no trimestre (menos 246 mil pessoas) e queda de 7,3% no ano (menos 336 mil pessoas). A população fora da força de trabalho (66,5 milhões) mostrou estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 1,6% (acréscimo de 1,1 milhão de pessoas).

A população desalentada (2,6 milhões) ficou estável no trimestre e teve redução de 15,3% (menos 464 mil pessoas) no ano. O percentual de desalentados (2,3%) também mostrou estabilidade no trimestre (2,4%) e recuou 0,4 p.p. no ano (2,7%).

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 39,3 milhões, ficando estável em relação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2025.

O número de empregados sem carteira no setor privado (13,3 milhões) ficou estável no trimestre e no ano.

O número de empregados no setor público (12,9 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e expansão de 3,4% (mais 422 mil pessoas) no ano.

O número de trabalhadores por conta própria (26,0 milhões) ficou estável no trimestre e, no ano, subiu 2,3% (mais 580 mil pessoas).

Já o número de trabalhadores domésticos (5,4 milhões) apresentou estabilidade no trimestre. No ano, apresentou queda de 4,7% (menos 268 mil pessoas).

A taxa de informalidade foi de 37,2% da população ocupada (ou 38,1 milhões de trabalhadores informais), contra 37,5% (ou 38,5 milhões) no trimestre encerrado em janeiro e 38% (ou 38,5 milhões) no trimestre de fevereiro a abril de 2025.

O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.732) mostrou estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 377 bilhões) manteve estabilidade no trimestre e aumentou 6,5% (mais R$ 22,9 bilhões) no ano.






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A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de fevereiro a abril de 2026 chegou a 108,7 milhões de pessoas. Houve estabilidade frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, também houve estabilidade.

A análise da ocupação por grupamentos de atividade ante o trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 mostrou que não houve crescimento em qualquer grupamento. Houve redução no grupamento de Outros serviços (2,9%, ou menos 162 mil pessoas). Frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2025, cinco grupamentos cresceram: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,3%, ou mais 425 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,2%, ou mais 766 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Serviços domésticos (4,7%, ou menos 268 mil pessoas).


O rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de fevereiro a abril de 2026, em relação ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, mostrou que todos os grupamentos apresentaram estabilidade. Na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2025, houve aumento nas categorias: Transporte, armazenagem e correio (5,1%, ou mais R$ 167), Alojamento e alimentação (7,5%, ou mais R$ 172), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,9%, ou mais R$ 293), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,3%, ou mais R$ 208), Outros serviços (9,7%, ou mais R$ 272) e Serviços domésticos (4,4%, ou mais R$ 60). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

A análise do rendimento médio mensal real por posições de ocupação do trimestre móvel de fevereiro a abril de 2026, frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, apontou estabilidade em todas as posições.

A comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2025 mostrou que todas as posições apresentaram aumento: Empregado com carteira de trabalho assinada (2,8%, ou mais R$ 90) Empregado sem carteira de trabalho assinada (7,6%, ou mais R$ 188) Trabalhador doméstico (4,4%, ou mais R$ 60) Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,2%, ou mais R$ 220) Empregador (7,9%, ou mais R$ 684) e Conta-própria (5,8%, ou mais R$ 169).

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Fonte / Créditos:
  IBGE
  /  Editoria: Estatísticas Sociais  /    Publicada 28/05/2026


https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/46888-pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-5-8-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-13-8-no-trimestre-encerrado-em-abril
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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

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