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1. Resultados fiscais
O setor público consolidado registrou déficit primário de R$5,5 bilhões em setembro, ante déficit de R$17,5 bilhões no mesmo mês de 2025. No Governo Central houve superávit de R$3,5 bilhões e, nos governos regionais e nas empresas estatais, déficits respectivos de R$5,6 bilhões e de R$3,4 bilhões. Em doze meses, o setor público consolidado acumulou déficit de R$70,1 bilhões, equivalente a 0,52% do PIB, 0,09 p.p. do PIB inferior ao déficit acumulado até agosto.
Os juros nominais do setor público consolidado, apropriados por competência, somaram R$107,5 bilhões em setembro de 2026, ante R$84,7 bilhões em setembro de 2025. Contribuiu para esse aumento o resultado menos favorável das operações de swap cambial no período (ganho de R$13,4 bilhões em setembro de 2025 e de R$2,8 bilhões em setembro de 2026), além do crescimento do estoque da dívida e do IPCA. No acumulado em doze meses até setembro, os juros nominais alcançaram R$1.205,0 bilhões (8,99% do PIB), comparativamente a R$984,8 bilhões (7,86% do PIB) nos doze meses até setembro de 2025.
O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$113,0 bilhões em setembro. No acumulado em doze meses, o déficit nominal alcançou R$1.275,1 bilhões (9,51% do PIB), elevando-se 0,04 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.
2. Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) e Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG)
A DLSP atingiu 70,0% do PIB (R$9,4 trilhões) em setembro, elevando-se 0,7 p.p. do PIB no mês. Esse resultado refletiu, sobretudo, os impactos dos juros nominais apropriados (0,8 p.p.), dos demais ajustes da dívida externa líquida (0,2 p.p.) e do efeito da variação do PIB nominal (-0,3 p.p.). No ano, a DLSP cresceu 4,7 p.p. do PIB, refletindo, em especial, os impactos dos juros nominais (6,6 p.p.), do déficit primário acumulado (0,7 p.p.), do efeito da valorização cambial acumulada de 5,8% (0,6 p.p.) e do crescimento do PIB nominal (-3,2 p.p.).
A DBGG – que compreende Governo Federal, INSS e governos estaduais e municipais – atingiu 82,9% do PIB (R$11,1 trilhões) em setembro de 2026, mesmo percentual de agosto. A evolução mensal decorreu, principalmente, dos juros nominais apropriados (0,8 p.p.), dos resgates líquidos de dívida (-0,4 p.p.) e do efeito da variação do PIB nominal (-0,4 p.p.). No ano, o aumento de 4,3 p.p. do PIB resultou, em especial, da incorporação de juros nominais (7,2 p.p.), das emissões líquidas de dívida (1,1 p.p.), do crescimento do PIB nominal (-3,9 p.p.) e do efeito da valorização cambial (-0,2 p.p.).
3. Elasticidades da DLSP e da DBGG
A tabela a seguir atualiza as elasticidades da DLSP e da DBGG a variações na taxa de câmbio, na taxa de juros e nos índices de preços para o mês de setembro de 2026.

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.
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