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São Paulo, 10 de junho de 2026 – A B3, a Bolsa do Brasil, disponibiliza nesta sexta-feira, 12 de junho, o BDR da SpaceX. O lançamento do produto acontece simultaneamente à estreia da companhia de Elon Musk em Wall Street, prevista para ser o maior IPO da história do mercado de capitais americano. Os investidores brasileiros poderão investir no BDR da SpaceX diretamente no home broker de sua corretora, por meio do código SPCX34. O processo é semelhante ao de negociação de ações brasileiras, ETFs e outros BDRs disponíveis na B3. E não é preciso comprar dólar ou fazer remessa internacional para investir: todo o processo é realizado no Brasil e em reais.
Também não será necessário ter a fortuna do Elon Musk para investir. Embora a ação da SpaceX no IPO tenha previsão de preço inicial de US$ 135, o equivalente a aproximadamente R$ 675, a estrutura do BDR terá paridade de 1:15 – ou seja, cada ação da companhia no exterior corresponderá a 15 BDRs negociados na B3. Com isso, será possível acessar a empresa por um preço entre R$50 e R$70.
BDR é a sigla para Brazilian Depositary Receipt. Na prática, trata-se de um certificado negociado no Brasil que representa valores mobiliários emitidos no exterior. Por meio desse instrumento, o investidor local consegue dolarizar sua carteira e diversificar seu portfólio com empresas internacionais sem precisar abrir conta fora do país, fazer remessas internacionais ou operações de câmbio.
A chegada da SpaceX amplia a prateleira de empresas globais disponíveis para investidores no Brasil. Atualmente, a B3 já conta com BDRs de gigantes de tecnologia, entretenimento, consumo, alimentos e bebidas. Entre os nomes disponíveis estão empresas presentes no dia a dia dos brasileiros, como Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet, Meta, Nvidia, Tesla, Netflix, Disney, Coca-Cola e McDonald’s. Até o final de abril, mais de 1 milhão de investidores tinham BDRs nas suas carteiras.
“A chegada do BDR da SpaceX, no mesmo dia do IPO da empresa nos EUA, reforça o papel da B3 de oferecer alternativas de investimento internacional para todos os investidores locais. Hoje, os brasileiros já podem dolarizar parte de seu portifólio com as mais conhecidas companhias globais de diferentes setores. Estamos ampliando o leque de opções para quem busca diversificação geográfica e exposição a empresas globais de inovação sem sair do ambiente da bolsa do Brasil”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3.
Apesar da facilidade de acesso, é importante que o investidor entenda as características do produto antes de investir. Os BDRs estão sujeitos à variação do ativo no exterior, à oscilação cambial refletida no preço do recibo e à volatilidade dos mercados internacionais. No caso de empresas de tecnologia e crescimento, como a SpaceX, esses movimentos podem ser ainda mais relevantes.
A B3 oferece conteúdos de educação financeira sobre BDRs, como um curso gratuito sobre o tema, com explicações sobre o funcionamento do produto, os tipos de BDRs disponíveis e os pontos de atenção para investidores que desejam acessar esses ativos internacionais pelo mercado brasileiro.
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Fonte / Créditos: B3 Bolsa do Brasil / Publicação 10/06/2026
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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.
>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras
Page: http://econo-economia.blogspot.com

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