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A Nova Cidade do Petróleo, Chama-se Itaboraí.
Fonte: Portal Visite Itaboraí (www.visiteitaborai.com.br)
As obras do Comperj foram iniciadas em 31 de março de 2008 com o presidente Luis Inácio Lula da Silva dando a partida na etapa de terraplanagem (nivelamento do terreno para construção) da área onde serão construídas as instalações industriais do projeto.
Empresas do Comperj
A Petrobras decidiu ampliar a capacidade de refino do Comperj para 165 mil barris/dia de óleo pesado nacional (1ª unidade de refino) com uma 2ª unidade de refino com a mesma capacidade (165 mil barris/dia de petróleo) para três ou quatro anos após a entrada em operação.
Fonte: Petrobras
O Comperj gerou seis mil empregos em 2010. Este ano, o número deve ficar entre 10 mil e 11 mil. Mas estamos atentos a isso. Como a mão de obra na cidade não tem qualificação, estamos em um esforço de capacitação, conversando com o governo estadual e federal para trazer escolas técnicas e profissionalizantes. Sem isso, vamos ficar sem as melhores vagas - aponta Saíde Abrão, secretário de Trabalho de Itaboraí.
Preços de imóveis sobem 20%
A Feg, construtora de Rio das Ostras, já iniciou as obras do Recanto das Flores, que terá 160 unidades. A mineira Passos também vai lançar seu empreendimento.
Fonte: Petrobras
A Nova Cidade do Petróleo, Chama-se Itaboraí.
Geografia do Município
Municípios Limítrofes: Guapimirim Cachoeiras de Macacu, Tanguá, Marica e São Gonçalo.
Como chegar:
Do Rio de Janeiro – Acesso pela Ponte Rio Niterói (Ponte Presidente Costa e Silva) administrada pelo Grupo CCR ( www.ponte.com.br), para a BR 101 (Rodovia Governador Mario Covas), administrada pela Autopista Fluminense (www.autopistafluminense.com.br). Aproximadamente 46 km.
De Niterói – Acesso pela RJ 104 (Rodovia Niterói-Manilha). Aproximadamente 33 km.
Da Região Serrana (Teresópolis, Guapimirim, Magé )– Acesso pela BR 493 (Rodovia Rio-Magé) até o trevo de Manilha. Aproximadamente 75 km de Teresópolis.
Da Região Costa do Sol (Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Araruama) – Acesso pela RJ 106 (Rodovia Amaral Peixoto), para a RJ 124 (Rodovia dos Lagos) administrada pelo Grupo CCR (www.rodoviadoslagos.com.br) até chegar a BR 101 Rodovia Governador Mario Covas), administrada pela Autopista Fluminense (www.autopistafluminense.com.br). Aproximadamente 92 km de São Pedro da Aldeia.
População em 2007: 215.792 habitantes
Área territorial: 424 km
Atrações naturais:
* Rio Macacu, que nasce em Cachoeiras de Macacu e faz limite entre os dois municípios. É o principal rio da região e tem como afluentes mais importantes os rios Guapiaçu, à direita e Casseribu, Aldeia e Imbu, à esquerda. Corta, ao longo de seu curso, as terras da Fazenda Macacu, e em outro trecho, as ruínas do Convento de São Boa Ventura de Macacu.
* Reserva Ecológica do Manguezal, rico ecossistema com 170 espécies de aves catalogadas.
* Serra do Lagarto, principal via de acesso de Itaboraí para Maricá. Se identifica pela predominância de pequenas altitudes, com plantações de laranjais.
* Reserva Ecológica do Manguezal, rico ecossistema com 170 espécies de aves catalogadas.
* Serra do Lagarto, principal via de acesso de Itaboraí para Maricá. Se identifica pela predominância de pequenas altitudes, com plantações de laranjais.
Fonte: Portal Visite Itaboraí (www.visiteitaborai.com.br)
História
O início de Itaboraí se deu como parte da Vila de Santo Antônio de Sá, que abrangia Magé, Guapimirim, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito e, claro, Itaboraí. Em sua época mais próspera, a Vila possuía 20 portos ao longo de seus rios por onde circulavam barcos, canoas e saveiros carregando a produção de toneladas de açúcar, aguardente e farinha.
Data de 1650 a construção do Convento de São Boaventura, a quinta obra feita pela Ordem Franciscana no Brasil. As Ruínas do Convento são consideradas hoje um dos mais belos e importantes conjuntos arquitetônicos religiosos do período colonial.
A Freguesia de São João de Itaboraí demoraria a se desenvolver. Só em 1742 seria construída a Igreja de São João, para substituir a capela que lá ficava. A Freguesia se desenvolveu em volta da Igreja, que se tornou o centro da futura cidade de Itaboraí.
Em 1833 Itaboraí seria elevada à categoria de Vila. Somado ao processo de decadência pelo qual passava a Vila de São Boaventura, a Vila de Itaboraí ganhou população e importância rapidamente.
No segundo reinado, Itaboraí passou a ser uma das mais desenvolvidas regiões fluminenses, com a presença de personalidades ilustres na vida política e cultural do Brasil Império, como João Caetano, Alberto Torres, Joaquim Manuel de Macedo, Visconde de Itaboraí, entre outros. É desta época a construção de grandes marcos da cidade como a Casa de Cultura, a Câmara Municipal e o Teatro João Caetano.
Com a extinção da Vila de São Boaventura, em 1875, não demorou muito para Itaboraí se tornar cidade. Em 1890 um decreto estadual do dia 16 de janeiro daria a Itaboraí o status de cidade, forma que mantém até hoje.
Fonte: Portal Visite Itaboraí (www.visiteitaborai.com.br)O Megainvestimento da Petrobras
A Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, é um marco na história da Petrobras e do Rio de Janeiro e é o maior do Estado.O Comperj será construído em uma área de 45 milhões de metros quadrados, o equivalente aproximado a mais de seis mil campos de futebol.
O Município de Itaboraí está localizado próximo aos Portos de Itaguaí (103 km) e Rio de Janeiro, dos terminais de Angra dos Reis (157 km), Ilhas d’Água e Redonda (30 km) e é atendido por rodovias e ferrovias, além das sinergias com a REDUC (50 km), com as plantas petroquímicas da Rio Polímeros e da Suzano (50 km) e com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello - Cenpes (38 km).
Um dos principais empreendimentos da história da Petrobras, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) marca a retomada da Companhia no setor petroquímico e vai transformar o perfil socioeconômico de sua região de influência.
Previsto para entrar em operação em 2014, o Comperj promoverá uma transformação ainda mais completa do petróleo, fornecendo ao mercado e à sociedade produtos de grande utilidade, que tornam a vida mais confortável e prática: os plásticos e outros produtos petroquímicos, que hoje são encontrados em qualquer residência, escritório, automóvel e no campo.
O empreendimento prevê a geração de mais de 200 mil empregos diretos, indiretos e por “efeito-renda”, durante os cinco anos da obra e após a entrada em operação; todos em escala nacional.
Os próximos passos são o início da construção das estradas de acesso principal e secundário, além de uma via de acesso alternativo para a chegada dos grandes equipamentos.
A Petrobras, em conjunto com diversos parceiros, fará a revegetação no entorno do Comperj.
Serão plantadas cerca de quatro milhões de mudas nativas da Mata Atlântica, sendo um milhão na área interna e o restante no entorno do empreendimento. O objetivo do projeto é reflorestar o local, que se encontra em estado de degradação.
O projeto também prevê a instalação de um viveiro florestal localizado no Comperj, com capacidade de produção anual de 300 mil mudas de espécies nativas.
A Petrobras constituiu seis sociedades anônimas no Rio de Janeiro, subsidiárias integrais:
- Comperj Participações S.A.: Sociedade de Propósito Específico que deterá as participações da Petrobras nas sociedades produtoras do Comperj;
- Comperj Petroquímicos Básicos S.A.: Sociedade produtora de petroquímicos básicos;
- Comperj PET S.A.: Sociedade produtora de PTA/PET;
- Comperj Estirênicos S.A.: Sociedade produtora de estireno;
- Comperj MEG S.A.: Sociedade produtora de etilenoglicol e óxido de eteno;
- Comperj Poliolefinas S.A.: Sociedade produtora de poliolefinas (PP/PE).
Em um primeiro momento, a Petrobras deterá 100% do capital total e votante dessas companhias, quando será feita a implantação do modelo de integração e relacionamento das empresas do Comperj. Com a constituição dessas empresas, a Petrobras inicia a fase de preparação do projeto para a entrada de potenciais sócios.
O Comperj será formado por uma refinaria e unidades geradoras de produtos petroquímicos de 1ª geração como propeno, butadieno, benzeno, entre outros, e com uma capacidade de eteno da ordem de 1,3 milhão de toneladas/ano. Haverá também um conjunto de unidades de 2ª geração petroquímica com produção de estireno, etileno-glicol, polietilenos e polipropileno, entre outros. Além disso, haverá uma Central de Produção de Utilidades (CDPU), responsável pelo fornecimento de água, vapor e energia elétrica necessários para a operação de todo o Complexo.
• Já empresas de 3ª geração, que poderão ser atraídas pelo Comperj e se instalar também nos municípios vizinhos e ao longo do Arco Metropolitano, que ligará Itaboraí ao Porto de Itaguaí, serão responsáveis por transformar esses produtos petroquímicos de 2ª geração em bens de consumo, tais como: componentes para as indústrias montadoras de automóveis, materiais cirúrgicos e linha branca como eletrodomésticos, dentre outros. Cabe ressaltar que a atração dessas indústrias depende também de uma maior atratividade por parte das esferas municipal e estadual.
O município de Itaboraí, localizado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, já vem sendo chamado de Eldorado (uma antiga lenda indígena de uma cidade que teria suas construções em ouro maciço) e até de Dubai, emirado rico em petróleo do Oriente Médio. Esses são alguns nomes dados por diversos empresários em referência aos impactos econômicos que vem provocando na região a construção pela Petrobras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
Um dos principais impactos é o aumento da população: só em 2010 foram 50 mil novos moradores, totalizando, segundo a prefeitura, 300 mil habitantes. No comércio, 160 novas empresas se instalaram no ano passado em Itaboraí, que vive uma explosão imobiliária. Por outro lado, a cidade já sofre os dilemas do futuro: os preços dos imóveis não param de subir, reflexo do maior fluxo migratório. E só um terço da população conta com rede de esgoto e saneamento básico.
Mas isso é só o início da transformação. Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que o Comperj vai atrair entre 320 e 700 indústrias para o município nos próximos cinco anos. A expectativa é que em dez anos a população chegue a um milhão.
O Comperj, que está em reta final de terraplanagem, atrai gigantes do varejo. Além de Lojas Americanas, C&A e Casas Bahia, o Prezunic está se instalando na cidade e a Ricardo Eletro já vai para sua segunda loja. Com isso, foram geradas 1.200 vagas no comércio em 2010, número 30% maior em relação ao ano anterior. A lista de empresas ganha força com a Patrimóvel, que decidiu abrir filial na cidade, espaço que já conta com 70 funcionários. Com a demanda em alta, a companhia, em apenas dois meses, gerou R$ 100 milhões em negócios com a venda de quatro empreendimentos imobiliários.
O preço dos imóveis na cidade, segundo Bruno Serpa Pinto, diretor de Operações da Patrimóvel Niterói, registrou alta superior a 20% em menos de um ano, para unidades residenciais com dois quartos, por exemplo:
- A tendência de preços é de alta. Há ainda uma série de investidores pessoas físicas que estão comprando imóveis na cidade como forma de investimento.
A cidade virou alvo de construtoras e incorporadoras de todo o país. Até agora, já são 12 instaladas. A Rossi, com a Patrimóvel, vendeu em apenas um fim de semana 60 dos 160 apartamentos da Reserva Imperial. A construtora vai lançar em março outro empreendimento residencial, além de uma área, já adquirida, para seis mil unidades. A CHL vai lançar empreendimento com 400 unidades também em março.
- Itaboraí já é realidade. Hoje, 70% das unidades que estão sendo lançadas fazem parte do Minha Casa, Minha Vida - afirma Serpa Pinto.
Fonte: Petrobras
Conclusão:Para quem quer investir, está aberta a grande temporada para adquirir imóveis, comprar terrenos, montar o seu negócio, seja de prestação de serviços ou venda de produtos, logística de transportes, setor imobiliário, cursos técnicos, cursos de idiomas, consultoria em petróleo, etc...
Fonte: Hélio Cabral, economista e gestor de e-commerce
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