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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

CNI projeta crescimento do PIB de 1,8% em 2026

Caro(a) Leitor(a);






Após crescer 2,5% em 2025, a economia brasileira deve avançar 1,8% em 2026, segundo projeção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta quarta-feira (10). As estimativas constam do Relatório Economia Brasileira 2025-2026, que aponta que o ritmo de atividade continuará pressionado pelo alto nível dos juros e pelo enfraquecimento do mercado de trabalho.

Juros elevados

Segundo a CNI, a taxa Selic encerrará 2026 em 12% ao ano, contra os 15% ao ano atuais. A inflação deve fechar o ano em 4,1%, dentro do intervalo da meta, de 3%, com banda de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Os juros reais (diferença entre juros e inflação) estão estimados em 7,9% para o próximo ano. Acima da taxa neutra de juros de 5% ao ano, na avaliação da entidade, os juros continuam a limitar o investimento e o crescimento econômico.

Conforme a CNI, a combinação de crédito caro, demanda interna mais fraca e aumento das importações deve continuar afetando a indústria, especialmente a de transformação, que deve crescer apenas 0,5% no próximo ano, o pior desempenho entre os segmentos industriais.

O setor de serviços deve ser o principal motor da expansão econômica no próximo ano, com avanço de 1,9%, segundo o relatório.

Em entrevista coletiva, o presidente da CNI, Ricardo Alban, culpou os juros altos pela desaceleração econômica em 2026. Ele ressaltou que o crescimento de 1,8% no PIB será o menor em seis anos.

“Com juros nesse patamar, a economia vai desacelerar ainda mais, prejudicando todos os setores produtivos, em especial a indústria. É necessário que o Banco Central inicie o ciclo de cortes na Selic o quanto antes”, afirmou.

Construção deve reagir

Apesar das dificuldades, alguns setores têm perspectivas positivas. A construção deve avançar 2,5% em 2026. Segundo a CNI, o novo modelo de crédito imobiliário, o aumento do teto do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e a ampliação de financiamentos para o Minha Casa, Minha Vida e para reformas de moradias de baixa renda devem impulsionar o setor, mesmo com os juros elevados.

A indústria extrativa deve crescer 1,6%, apoiada pelo forte volume de produção de petróleo e minério de ferro. Apesar da expansão, o crescimento representa forte desaceleração em relação a 2025, quando o segmento deverá crescer 8%.

Já a agropecuária tende a “andar de lado” em 2026, com expansão zero, diante de projeções iniciais de uma safra bem menos expressiva que a de 2025. Em 2025, segundo a CNI, o setor deverá crescer 9,6%, segurando o crescimento do PIB de 2,5% para este ano previsto pela entidade.

Exportações

Em relação às exportações, o relatório da CNI ressalta que o fechamento de parcerias comerciais e a abertura de mercados compensaram parcialmente os impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. No caso da indústria de transformação, ressaltou a entidade, as maiores elevações foram para China, Reino Unido, Itália e Argentina.

Para 2026, a CNI projeta aumento de 1,6% nas exportações, considerando fatores como safra mais modesta, tarifas norte-americanas e menor demanda global por petróleo. O desempenho da economia argentina também deve pesar negativamente.

As exportações brasileiras devem alcançar US$ 350 bilhões em 2025, alta de 3% em relação a 2024, impulsionadas pelas parcerias comerciais e pela safra recorde. As importações devem crescer 7,1%, chegando a US$ 293,4 bilhões, impulsionadas pela queda de preços internacionais, pelo desvio de comércio provocado pela nova política comercial dos Estados Unidos, pela valorização do real e pelo aumento da renda das famílias.

Com isso, o saldo comercial deve ser de US$ 56,7 bilhões, queda de 14% na comparação anual.

Cautela

As estimativas da confederação indicam um cenário de crescimento moderado, sustentado pelo setor de serviços e por nichos específicos da indústria, mas limitado por juros elevados e pela desaceleração da demanda interna. A CNI reforça a necessidade de políticas que estimulem investimentos e fortaleçam os setores mais atingidos pelo atual ambiente econômico.

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Publicado em 10/12/2025 - 12:50

Brasília

Para saber mais, acesse o link>

Fonte:  Agência Brasil  

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/cni-projeta-crescimento-do-pib-de-18-em-2026

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos da Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia e Climatologia).Participou do curso (EAD) de Astrofísica, concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Autor do livro: “Conhecendo o Sol e outras Estrelas” e "Conhecendo a Energia produzida no Sol".

Acompanha e divulga os conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration), ESA (European Space Agency) e outras organizações científicas e tecnológicas.

Participa do projeto S`Cool Ground Observation (Observações de Nuvens) que é integrado ao Projeto CERES (Clouds and Earth´s Radiant Energy System) administrado pela NASA. A partir de 2019, tornou-se membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), como astrônomo amador.

Participa também do projeto The Globe Program / NASA Globe Cloud, um Programa de Ciência e Educação Worldwide, que também tem o objetivo de monitorar o Clima em toda a Terra. Este projeto é patrocinado pela NASA e National Science Fundation (NSF), e apoiado pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) e U.S Department of State.

 >Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras.

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Year Ahead 2026

Caro(a) Leitor(a);

Velocidade de escape?

Na física, “velocidade de escape” é a velocidade mínima necessária para que um objeto consiga se libertar da força gravitacional de um corpo massivo sem precisar de impulso adicional.

À medida que entramos em 2026, investidores se perguntam se a poderosa combinação de inovação em IA, expansão fiscal e afrouxamento da política monetária pode ajudar a economia global a se desprender da força gravitacional das tradicionais dinâmicas de “fim de ciclo” e acelerar rumo a uma nova era de crescimento.

A IA está no centro desse debate. O boom atual tem potencial para gerar os ganhos de produtividade necessários para superar limitações históricas e permitir que as economias alcancem sua própria forma de velocidade de escape. Se esse potencial será concretizado dependerá da disposição dos investidores em continuar financiando a IA, da capacidade das empresas de tecnologia de monetizar suas inovações e da habilidade do mundo em fornecer a energia necessária para sustentar tudo isso.

A dívida é outro fator crítico nas grandes economias desenvolvidas. O gasto fiscal está sustentando o crescimento, mas em muitos países — especialmente aqueles com populações em envelhecimento — as despesas governamentais já estão em “velocidade de escape”, com tendência de alta como proporção do PIB caso não sejam tomadas medidas decisivas.

A desglobalização também exerce grande influência. A interação entre política comercial, política doméstica e geopolítica continua sendo uma força poderosa. A gravidade da história — confrontos entre potências emergentes e estabelecidas, ciclos de integração e fragmentação, e o descongelamento de conflitos latentes — pode alimentar maior volatilidade em 2026. Se novas abordagens de políticas públicas podem nos ajudar a “escapar” dessas dinâmicas antigas será outra questão crucial para os investidores.

Apesar da incerteza em torno dessas questões, acreditamos que princípios duradouros para investir no mundo atual estão ficando mais nítidos. Em edições anteriores do Year Ahead, discutimos os “5 Ds”: digitalização, descarbonização, dívida, demografia e desglobalização. Mas esses já não são fenômenos distantes. Eles estão moldando ativamente o ambiente de investimento e permanecem centrais em nossa análise para o ano que vem. Como escrevi em “As Novas Regras do Investimento” e em minha tese “problemas grandes, dinheiro grande”: compreender para onde o capital está sendo direcionado em grande escala é essencial para os investidores.

Assim, nosso foco está em setores e ideias alinhados a essas forças. IA, energia e recursos, longevidade e commodities se destacam como beneficiários tanto das mudanças estruturais quanto do suporte das políticas públicas. O aumento da dívida aponta para um futuro de “repressão financeira” — um regime regulatório e de políticas que direciona poupança e recursos de bancos centrais para títulos públicos, contendo os rendimentos. Ao mesmo tempo, a interseção entre política comercial, política doméstica e geopolítica reforça a importância da proteção de portfólio e da diversificação multiativos.

Por fim, embora o futuro permaneça imprevisível, estamos confiantes de que a combinação entre nosso rigoroso arcabouço analítico e nossos princípios atemporais de alocação de ativos ajudará os investidores a navegar 2026 e os anos seguintes.

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: UBS   /   Chief Investment Office     /  Publicação 20/11/2025

https://www.ubs.com/global/pt/wealthmanagement/latamaccess/market-updates/articles/year-ahead-2026-escape-velocity.html?campID=SEM-YEARAHEAD&ef_id=Cj0KCQiA9t3KBhCQARIsAJOcR7yUjwGbuIGKHfgMWIQzc9Dqo0OVC9ZDgWBd0_DVu3LQh6z1963lh94aAps6EALw_wcB:G:s&s_kwcid=AL!430!3!789219991574!b!!g!!perspectivas%20economicas%202026!23386961662!188801168125&campID=SEM-WM-BR-PO-GOOGLE-23386961662-188801168125-yearahead-SEA-b-c&gad_source=1&gad_campaignid=23386961662&gbraid=0AAAAADyUxhO8qfg_85pQ2NXyDORaC_a6i&gclid=Cj0KCQiA9t3KBhCQARIsAJOcR7yUjwGbuIGKHfgMWIQzc9Dqo0OVC9ZDgWBd0_DVu3LQh6z1963lh94aAps6EALw_wcB#review

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domingo, 28 de dezembro de 2025

A INVENÇÃO DO JURO

Caro(a) Leitor(a);

Resumo

A primeira cultura letrada da história mundial teve origem na parte mais meridional do atual Iraque, região geralmente chamada de Mesopotâmia Meridional ou Babilônia quando se discute sua história antiga. Após uma longa evolução iniciada no quinto milênio a.C., quando os povos desenvolveram a agricultura irrigada, permitindo-lhes estabelecer-se durante todo o ano, as verdadeiras cidades surgiram no final do quarto milênio, por volta do ano 3200. Populações relativamente grandes — cujo tamanho exato é difícil de estimar, mas que certamente chegavam a dezenas de milhares de pessoas em cada caso — passaram a residir juntas nos mesmos locais. Tais concentrações densas de pessoas exigiam o controle das terras agrícolas circundantes para garantir o abastecimento de alimentos. No sul do Iraque, nichos ecológicos com diferentes recursos se justapõem: campos agrícolas férteis irrigados por rios próximos, vastas áreas de pastagem na estepe e ricos pesqueiros nos pântanos. Para aumentar a produtividade, as pessoas se especializaram em seu trabalho (agricultura, pecuária, pesca), enquanto nos centros urbanos surgiram grupos profissionais que não se dedicavam à produção de alimentos, mas trabalhavam exclusivamente no artesanato e em atividades similares. A perda da autossuficiência econômica fez com que as famílias precisassem trocar produtos. Nesse mundo de trocas, dois elementos indispensáveis ​​se desenvolveram: a escrita e o crédito.

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Fonte:  Oxford Academic

https://academic.oup.com/book/52333/chapter-abstract/421095412?redirectedFrom=fulltext

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Future Earth

Caro(a) Leitor(a),

Future Earth é uma rede global de cientistas, pesquisadores e inovadores que colaboram por um planeta mais sustentável.

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Fonte: Future Earth

https://futureearth.org/

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What is the Metaverse?