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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

BC faz atualizações e aprimoramentos no regulamento do Pix

Caro(a) Leitor(a);









O Banco Central (BC) aprovou alterações na regulamentação do Pix com o objetivo de atualizar procedimentos operacionais do arranjo de pagamentos , aprimorar funcionalidades e fortalecer mecanismos de segurança. 

Os principais ajustes são os seguintes:

1. Pix Automático poderá ser utilizado em contas-salário

A norma viabiliza a realização de pagamentos por meio do Pix Automático a partir de contas-salário, sendo essa a única forma de enviar Pix a partir desse tipo de conta.

A medida permite a adequação às regras recentemente estabelecidas para débitos automáticos interbancários vinculados a contas-salário e amplia as possibilidades de utilização desse tipo de conta pelos usuários.

Permanece vedado o recebimento de outras transações Pix na conta-salário, ressalvadas as enviadas pela Secretaria do Tesouro Nacional e as decorrentes de devoluções.

Data prevista de entrada em vigor: 1º de julho de 2027.
 
2. Regulamentação da cobrança híbrida e medidas para evitar pagamentos indevidos ou em duplicidade

O BC disciplinou a chamada cobrança híbrida, que reúne em um mesmo documento:

  • o código de barras do boleto; e
  • o QR Code do Pix Cobrança.

A prática já é adotada pelo mercado. A norma agora estabelece regras específicas no âmbito do Pix para garantir a convivência segura e ordenada entre os dois arranjos de pagamento, além de prevenir pagamentos indevidos ou em duplicidade.

Entre os principais pontos estão:
 
  • a cobrança híbrida aplica-se exclusivamente ao Pix Cobrança com vencimento;
  • a cobrança híbrida será permitida apenas para boletos comuns e boletos dinâmicos sem vinculação a ativos financeiros;
  • boletos de proposta não poderão utilizar cobrança híbrida;
  • boletos de depósito e de aporte também não serão elegíveis;
  • o Pix Cobrança deverá ser cancelado quando o boleto for pago ou quando houver vinculação posterior do boleto dinâmico a ativo financeiro;
  • o emissor do boleto deverá ser o mesmo prestador de serviços de pagamento do recebedor;
  • a oferta da funcionalidade será facultativa para os participantes;
  • o participante do recebedor deverá rejeitar transações quando o boleto já tiver sido pago ou quando o boleto dinâmico estiver vinculado a ativo financeiro;
  • caso uma falha operacional permita a liquidação da transação, a instituição deverá adotar medidas para corrigir a situação com recursos próprios, protegendo pagadores e recebedores.

Data prevista de entrada em vigor: 1º de fevereiro de 2027.
 
3. Possibilidade de dispensa de participação obrigatória no Pix

O BC passa a prever a possibilidade de dispensar a participação no Pix de instituições que possuam mais de 500 mil contas transacionais ativas, quando características específicas de seus clientes ou de seu modelo de negócios não justificarem o acesso à infraestrutura do Pix.

Entrada em vigor: imediata.
 
4. Ajustes em regras de adesão e participação

A norma também aperfeiçoa os procedimentos relacionados à entrada e à permanência de instituições no Pix.

Entre as medidas estão:

  • previsão de anulação de aprovações obtidas com informações falsas ou omissões relevantes no processo de adesão;
  • novos procedimentos para instituições submetidas à liquidação extrajudicial, que passam a ser imediatamente suspensas, podendo o liquidante solicitar ao BC, em até 30 dias, processo de saída ordenada — solução que facilita a retirada de recursos pelos próprios clientes;
  • tratamento diferenciado para casos de rescisão de contrato com participante responsável;
  • ajustes nas regras relativas ao cancelamento ou à cassação de autorização de funcionamento; e
  • criação de prazos de saída ordenada em determinadas situações, incluindo prazo adicional de 30 dias para as instituições que não comprovarem o atendimento dos limites mínimos de capital social e de patrimônio líquido, de modo a permitir que seus clientes retirem com facilidade os recursos depositados.

Entrada em vigor: imediata.
 
5. Penalidade de exclusão de participantes passará a produzir efeitos imediatos

Atualmente, o desligamento decorrente de penalidade de exclusão ocorre após prazo de 30 dias. A norma prevê que o desligamento seja efetivado imediatamente após a comunicação da decisão definitiva. O objetivo é reduzir riscos para a segurança e para o funcionamento do arranjo.

Entrada em vigor: imediata.
 
6. Novas regras referentes às marcações de fundada suspeita de fraude

A nova regulamentação torna mais claras as responsabilidades dos participantes quanto ao registro de marcações de fundada suspeita de fraude no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT). O participante que aceitar uma notificação de infração ou que registrar uma marcação de fundada suspeita de fraude passa a ser expressamente o responsável pela respectiva marcação, inclusive por seu eventual cancelamento.

Entre as novidades:

  • obrigação de comunicar o usuário quando houver marcação, informando, a data do registro e a possibilidade de revisão da medida;
  • disponibilização de canais para esclarecimentos sobre a marcação e para eventual pedido de revisão;
  • prazo máximo de sete dias para resposta ao pedido de revisão; e
  • ​obrigação de cancelar a marcação quando, após análise, não subsistirem elementos que justifiquem a suspeita, e de manter registro dos fundamentos da decisão.

Entrada em vigor: 1º de fevereiro de 2027 para a obrigação de comunicação aos usuários e imediata para as demais disposições.

Clique para acessar a Resolução BCB Nº 587​


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Para saber mais, mantenha-se visitando esse Blog.


Fonte / Créditos:  Bnco Central do Brasil / Publicado 18/09/02026

https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21262/nota

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.


>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

Amazon: https://link.amazon/B0boppSBQ

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

Page: https://econo-economia.blogspot.com

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e-mail: heliocabral@econo.ecn.br 

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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Banco de dados de estatísticas de receita global

Caro(a) Leitor(a)












Banco de Dados de Estatísticas Globais de Receita  fornece dados harmonizados e detalhados sobre a receita tributária de 141 economias a partir de 1990. Os dados são apresentados para 63 tipos de impostos, tanto no nível geral do governo quanto nos níveis subnacionais e de fundos de seguridade social. Os principais indicadores do banco de dados, a relação entre impostos e PIB e a estrutura tributária (a participação de uma categoria de imposto na receita tributária total), permitem uma análise comparativa detalhada da receita tributária entre categorias de impostos, entre países e ao longo do tempo. O banco de dados também fornece médias regionais para os países participantes na África, Ásia e Pacífico, e América Latina e Caribe (ALC), bem como uma média para os países da OCDE. Os dados de receita tributária para todos os países participantes são apresentados em moeda nacional e em dólares americanos.

Este conjunto de dados combina as diferentes publicações regionais de Estatísticas de Receitas: Estatísticas de Receitas da OCDE 2025 ,  Estatísticas de Receitas na África 2025 ,  Estatísticas de Receitas na América Latina e no Caribe 2026 e Estatísticas de Receitas na Ásia e no Pacífico 2025, bem como economias que não constam nas publicações regionais .  Os dados são atualizados ao longo do ano ,  em consonância com o cronograma de publicação das versões regionais.

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos: OCDE.ORG

https://www.oecd.org/en/data/datasets/global-revenue-statistics-database.html

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

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Amazon: https://link.amazon/B0boppSBQ

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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

EUA registram maior juro em 19 anos: veja 4 razões e como afeta o seu dinheiro

 Caro(a) Leitor(a)

Agentes precificam mais uma alta de juros dos EUA após a nova disparada do petróleo, mas há ao menos quatro outras razões que ajudam a explicar o fenômeno - que é péssimo para o Brasil

O rendimento do título de 10 anos do Tesouro americano, principal referência de juros do mundo, chegou a bater 5,04% ao ano nesta semana, o maior nível desde julho de 2007, diante da expectativa de que o Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) volte a elevar a taxa básica nesta quarta-feira (16).

A explicação mais óbvia é a guerra entre Estados Unidos e Irã, que já dura seis meses e mantém o petróleo Brent a quase US$ 110 o barril, pressionando a inflação em escala global. Mas o petróleo é só parte da história: boa parte da pressão, na verdade, vem de fatores que se acumulam há meses. Veja quais, e como esse movimento afeta o investidor brasileiro.

1. Dívida ‘impagável’ dos EUA

O governo americano deve fechar este ano fiscal com déficit de 6% do PIB, o que significa gastar bem mais do que arrecada mesmo com a economia crescendo e o desemprego baixo, situação em que normalmente se esperaria o contrário. Para cobrir a diferença, o Tesouro dos EUA precisa emitir dívida nova em volume crescente, e cada leilão exige encontrar alguém disposto a comprar. O problema é que a própria dívida já acumulada ficou cara: quase um de cada cinco dólares arrecadados pelo governo americano hoje vai para o pagamento de juros.

2. Escassez de compradores

Japão e China, os dois maiores detentores estrangeiros, reduziram posições, enquanto os bancos centrais deixaram de comprar títulos como faziam antes. Como se não bastasse, as gigantes de tecnologia passaram a disputar o mesmo dinheiro, com emissões recordes ligadas à corrida de investimentos em inteligência artificial.

Há também uma dinâmica similar à brasileira: os fundos de pensão estão comprando muito menos, com a fatia média das carteiras caindo de perto de 40% para uma faixa entre 10% e 15%, segundo levantamento do Centre for Economic Policy Research. No lugar deles entraram os hedge funds (os fundos multimercados americanos), que hoje controlam uma fatia recorde de 7% do mercado e costumam trocar de posição com mais frequência, o que deixa o mercado mais sensível a qualquer sinal de nervosismo.

3. Expectativa de crescimento maior

Outra leitura é a de que o mercado já estaria projetando uma economia mais forte e mais produtiva à frente por conta dos ganhos da IA, o que elevaria naturalmente o juro considerado normal para a economia, o chamado juro neutro. Para a Kapitalo, a combinação desses fatores explica melhor o fenômeno do que, por exemplo, o temor com a capacidade de pagamento do governo americano e a percepção de perda de credibilidade do Federal Reserve. “Essas duas hipóteses são as que se mostram mais robustas à análise dos dados e dos sinais de preços”, escreveu a gestora em carta divulgada na segunda-feira (14).

4. Apetite por ações

Existe também um efeito mecânico. Historicamente, quando o juro de 10 anos passa de um patamar próximo de 5,25%, ações e títulos deixam de andar em direções opostas e passam a cair juntos, segundo análise do estrategista Simon White, da Bloomberg Intelligence. Até agora, ter títulos na carteira protegia o investidor quando a bolsa caía. Se essa proteção some, a tendência é de mais oscilação dos dois lados ao mesmo tempo. “Os Treasuries estão perto de um ponto de inflexão”, diz White.

Como ficam os investimentos no Brasil?

Na prática, o juro americano funciona como um piso para o mundo inteiro. Se o título mais seguro do planeta passa a pagar perto de 5% ao ano em dólar, todo o resto precisa pagar mais para continuar atraente, e isso inclui o Brasil. O investidor estrangeiro que antes trazia dinheiro para cá começa a achar que não vale a pena correr o risco de um emergente por um prêmio que encolheu, e parte desse capital volta para os EUA.

“Isso muda toda a perspectiva do investidor estrangeiro, principalmente; ele fica mais dividido. O mercado está olhando muito para esse nível alto de juros nos EUA e com bastante preocupação, visto que temos uma guerra em andamento”, observa Rafael Pastorello, gestor de portfólio do Banco Sofisa.

Quando esse dinheiro sai, o dólar sobe, a bolsa perde fôlego e o Tesouro brasileiro precisa oferecer taxas maiores para vender seus títulos. E a taxa de juros local, que baliza de investimentos a financiamento imobiliário, tem espaço menor para cair.

Tudo isso ajuda a engrossar o caldo de incertezas com as quais o Banco Central brasileiro terá que lidar nesta quarta, quando deve anunciar nova queda da Selic para 13,75%. Mas o mercado ainda aguarda o comunicado para entender se novos cortes ainda virão, ou se o juro irá estacionar nesse patamar elevado. “Esperamos um tom duro e sem sinalização explícita sobre os próximos passos, o que consideramos acertado no atual momento”, avalia Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.

E o que o investidor deve fazer?

Para o investidor brasileiro, o efeito tem dois lados: quem quer comprar renda fixa agora encontra taxas mais generosas, especialmente nos papéis mais longos. Já quem comprou esses mesmos papéis antes vê o preço deles cair no extrato, o que pode ser um problema se precisar sair antes do vencimento (quem carrega até o fim recebe a taxa contratada, independentemente do sobe e desce do caminho). Analistas veem uma janela para renda fixa de prazos maiores, mas com o CDI ainda tendo seu papel.

No câmbio, o momento deve ser de cautela. “Juros em queda no Brasil e em alta nos EUA reduzem, na margem, o diferencial de taxas entre os dois países, o que pode trazer alguma pressão para o real“, explica José Áureo, sócio e assessor da Blue3 Investimentos.

Já na Bolsa a tendência seria de mais pressão negativa, tanto pela expectativa de lucro menor das empresas por conta do juro local sem queda mais profunda, quanto pelo recuo das bolsas globais. Até aqui, porém, a expectativa de Selic menor e o cenário eleitoral vêm sendo preponderantes: o câmbio até piorou um pouco, mas a Bolsa conseguiu engatar nova alta. Uma saída, recomendam analistas, é investir em empresas mais protegidas de volatilidade, que se comportam mais como títulos de renda fixa.


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Fonte / Créditos: Equipe Infomoney / Publicado 16/09/2026

https://www.infomoney.com.br/onde-investir/eua-maior-juro-19-anos-motivos-como-afeta-brasil/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

Astro Shop: https://www.omegon.eu/pt/?affiliate_id=HelioEcono

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