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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia e pesquisas científicas em geral.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

 Caro(a) Leitor(a),

 


Com Agência Brasil 

A inteligência artificial é a principal preocupação do setor de negócios no Brasil, segundo o ranking global Barômetro de Riscos da Allianz, divulgado nesta semana. Esta é a primeira vez que a IA aparece como o principal risco empresarial apontado pelos executivos brasileiros. Na sequência, os incidentes cibernéticos ocupam o segundo lugar entre os riscos mais relevantes para o país.

De acordo com a pesquisa, a IA é vista como uma poderosa alavanca estratégica para os negócios, mas também como uma fonte crescente de riscos operacionais, legais e reputacionais, muitas vezes avançando mais rápido do que a capacidade das empresas de estruturar governança, acompanhar a regulação e preparar adequadamente suas equipes. 

“A rápida evolução da IA e sua adoção estão remodelando o cenário de riscos, tornando-a um risco proeminente para empresas em todo o mundo. No entanto, de muitas maneiras, ela pode ser vista como mais um risco a ser adicionado à crescente lista de desafios. Ainda assim, o potencial transformador da IA significa que ela não pode ser subestimada. Como mostram os resultados, muitos dos principais dos principais perigos são riscos interconectados e altamente complexos que impactarão todas as organizações em 2026”, afirma Michael Bruch, diretor global de Serviços de Consultoria de Riscos da Allianz Commercial 

PRINCIPAIS PREOCUPAÇÕES DOS BRASILEIROS 

(era possível escolher três riscos por setor): 

Inteligência artificial (32% de citações);

Incidentes cibernéticos (31%);

Mudanças na legislação e regulamentação (28%);

Mudanças climáticas (27%) e

Catástrofes naturais (21%). 

CENÁRIO GLOBAL

Quando o foco se volta para a visão global, a pesquisa aponta os incidentes cibernéticos como o principal risco para os negócios em 2026, citados por 42% dos respondentes, seguidos pela inteligência artificial, com 32% das menções. Ambas figuram entre os cinco principais riscos em todas as regiões do mundo e em quase todos os setores analisados. 

Na sequência do ranking global aparecem interrupção dos negócios, mudanças na legislação e regulação e catástrofes naturais. 

Vale destacar que “interrupção dos negócios” ocupou o primeiro ou o segundo lugar no ranking global ao longo dos últimos 15 anos. Esse risco refere-se à paralisação total ou parcial das operações de uma empresa, provocada por falhas tecnológicas, incidentes cibernéticos, indisponibilidade de sistemas críticos ou rupturas na cadeia de suprimentos, afetando diretamente a continuidade dos negócios. 

Vale destacar que “interrupção dos negócios” ocupou o primeiro ou o segundo lugar no ranking global ao longo dos últimos 15 anos. Esse risco refere-se à paralisação total ou parcial das operações de uma empresa, provocada por falhas tecnológicas, incidentes cibernéticos, indisponibilidade de sistemas críticos ou rupturas na cadeia de suprimentos, afetando diretamente a continuidade dos negócios. 

A pesquisa ouviu 3.338 especialistas de 97 países e 23 setores da economia, entre outubro e novembro de 2025.

> Gastos mundiais com IA devem chegar a US$ 2,5 trilhões 

https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/gastos-mundiais-com-ia-devem-chegar-a-us-2-5-trilhoes )

> IA é o trunfo para América Latina crescer

( https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/ia-e-o-trunfo-para-america-latina-crescer )

> Acesso à IA no Brasil é marcado pela desigualdade social 

( https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/acesso-a-ia-no-brasil-e-marcado-pela-desigualdade-social )

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Para saber mais, acesse o link>
Fonte:  FEBRABAN / Publicação 29/01/2026

https://febrabantech.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/ia-e-o-principal-risco-para-as-empresas-brasileiras-em-2026

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Livraria> https://www.orionbook.com.br/

Page: http://econo-economia.blogspot.com

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e-mail: heliocabral@econo.ecn.br

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Perspectivas Econômicas Globais

Caro(a) Leitor(a),

 











Economia global é resiliente, mas países vulneráveis ficam para trás.

A economia global tem demonstrado notável resiliência diante do aumento dos ventos contrários ao comércio. O ritmo de crescimento mais rápido do que o esperado no ano passado coroou a recuperação da recessão de 2020 sem precedentes em seis décadas, ainda que mercados emergentes e economias em desenvolvimento vulneráveis tenham ficado para trás. Para este ano, projeta-se uma ligeira diminuição do crescimento global, em parte porque as empresas reduzem o acúmulo de estoque e os efeitos tarifários se intensificam. O desafio de gerar empregos para os 1,2 bilhão de jovens que atingirão a idade de trabalhar nos MEEDs até 2035 tende a aumentar. A ação global para melhorar o ambiente do comércio, aliviar restrições ao financiamento e mitigar os riscos climáticos, juntamente com reformas domésticas para diversificar o comércio, fortalecer os marcos de política macroeconômica e eliminar gargalos estruturais, será essencial para catalisar investimentos, sustentar o crescimento e fomentar a criação robusta de empregos.

Perspectiva global

A economia global manteve-se resiliente apesar do aumento nas tensões comerciais e nas incertezas de políticas, com o crescimento do ano passado sustentado pelo acúmulo de bens comercializados, por forte apetite por risco, por investimentos relacionados à IA e pela adaptação das cadeias de suprimentos. No entanto, mais de um quarto dos mercados emergentes e economias em desenvolvimento (MEEDs) ainda apresenta renda per capita inferior aos níveis pré-pandemia. Espera-se que o crescimento global desacelere para 2,6% este ano com o fim de algumas medidas de apoio temporárias. MEEDs vulneráveis — especialmente países de baixa renda e países frágeis — enfrentam desafios crescentes para sustentar o crescimento e gerar empregos. Os riscos se mantêm inclinados para o lado negativo, incluindo o aumento das barreiras comerciais e o estresse nos mercados financeiros. A cooperação global e as reformas domésticas continuam sendo fundamentais para apoiar o crescimento de longo prazo e a geração de empregos.

Previsões regionais

As regiões dos mercados emergentes e economias em desenvolvimento (MEEDs) mostraram-se mais resilientes aos ventos contrários ao comércio no ano passado do que o esperado, amparadas pela antecipação temporária de exportações e por condições financeiras globais mais favoráveis. No entanto, as perspectivas para 2026–27 continuam desiguais entre as regiões. Em 2026, espera-se que o crescimento seja moderado ou mantenha-se em grande parte inalterado nas regiões do Leste da Ásia e Pacífico, Sul da Ásia, Europa e Ásia Central e América Latina e Caribe — com a região do Sul da Ásia mantendo o crescimento mais rápido e as regiões da Europa e Ásia Central e América Latina e Caribe registrando o ritmo de expansão mais lento — enquanto Oriente Médio e Norte da África e África Subsaariana devem apresentar um crescimento mais robusto. À medida que os fluxos comerciais se recuperam em 2027, espera-se que as atividades se fortaleçam na maioria das regiões. Os riscos de baixa para as perspectivas regionais incluem a retomada das tensões comerciais e incerteza de políticas, condições financeiras globais mais apertadas, vulnerabilidades fiscais elevadas, aumento de tensões geopolíticas e conflitos, e choques relacionados ao clima e à saúde pública.

Leste Asiático e Pacífico: A taxa de crescimento deve desacelerar para 4,4% em 2026 e para 4,3% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i).

Europa e Ásia Central: A taxa de crescimento deve seguir em 2,4% em 2026, antes de subir para 2,7% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i).

América Latina e Caribe: A taxa de crescimento deve aumentar para 2,3% em 2026 e se consolidar em 2,6% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional

Oriente Médio e Norte da África, Afeganistão e Paquistão: A taxa de crescimento deve subir para 3,6% em 2026 e se fortalecer ainda mais em 2027, chegando a 3,9%. Para mais informações, ver visão geral regional (i).

Sul da Ásia: A taxa de crescimento deve cair para 6,2% em 2026, antes de se recuperar e chegar a 6,5% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i). 

África Subsaariana: A taxa de crescimento deve aumentar para 4,3% em 2026 e se consolidar em 4,5% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i). 


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Para saber mais, acesse o link>
Fonte:  World Bank

https://www.worldbank.org/pt/publication/global-economic-prospects

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

SpaceX deve valer US$ 1,5 trilhão após um dos Maiores IPOs da História

Caro(a) Leitor(a), 


Empresa está selecionando quatro grandes bancos de Wall Street para liderar sua oferta pública inicial de ações (IPO), conforme informou o Financial Times nesta quinta-feira, 22.

A companhia de tecnologia espacial do homem mais rico do mundo, Elon Musk, se prepara para o que pode ser uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa de investidores é que a empresa atinja um valor de mercado de de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,95 trilhões).

O grupo de bancos inclui Bank of America, Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Morgan Stanley, de acordo com o Financial Times, embora outras instituições possam ser integradas ao consórcio futuramente.

No momento, o grupo coordena a venda de ações existentes para avaliar a companhia em US$ 800 bilhões (R$ 4,24 trilhões). A movimentação confirma m relatório da Bloomberg do mês passado sobre uma venda de fatia de acionistas controladores com essa meta de avaliação.

Projeções para a fortuna de Musk

Um investidor afirmou anteriormente à Forbes que um IPO em 2026 poderia avaliar a empresa de foguetes e satélites em US$ 1,5 trilhão (R$ 7,95 trilhões). Esse cenário tem o potencial de tornar o CEO e acionista majoritário, Elon Musk o primeiro trilionário do mundo.

Até o momento, as instituições bancárias não comentaram as informações ao FT, e a SpaceX não respondeu imediatamente ao pedido de posicionamento da Forbes.

O recorde da Saudi Aramco

Para efeito de comparação, o maior IPO registrado até hoje ocorreu em dezembro de 2019, quando a Saudi Aramco, estatal de petróleo da Arábia Saudita, abriu  o capital de parte da companhia. Na ocasião, a oferta arrecadou cerca de US$ 29 bilhões (R$ 153,7 bilhões), conferindo à petroleira um valor de mercado de US$ 2,03 trilhões (R$ 10,759 trilhôes).

Visão estratégica em Davos

Pela primeira vez, Musk discursou no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na quinta-feira (22/01/2026). Em painel com o CEO da BlackRock, Larry Fink, o bilionário reforçou seu otimismo sobre o futuro da SpaceX e detalhou planos ambiciosos para levar a tecnologia da empresa à Lua e a Marte.

Segundo Musk, o propósito da SpaceX é avançar a tecnologia de foguetes para permitir a extensão da vida e da consciência humana além da Terra. O executivo também reiterou o desejo pessoal de viajar a Marte, uma jornada estimada em seis meses, embora o alinhamento favorável entre os planetas ocorra apenas a cada dois anos.

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Fonte:  Forbes Brasil / Zachary Folk / 22/01/2026

https://forbes.com.br/forbes-money/2026/01/spacex-seleciona-bancos-de-wall-street-para-um-dos-maiores-ipos-da-historia/

Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

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