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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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domingo, 13 de setembro de 2026

IPCA fica em -0,32% em agosto

Caro(a) Leitor(a)



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto foi de -0,32%, 0,39 ponto percentual (p.p.) abaixo do 0,07% registrado em julho. No ano, o IPCA acumula alta de 3,11% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,22%, abaixo dos 4,44% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em agosto de 2025, a variação havia sido de -0,11%.

Período 

Taxa (%)

Agosto de 2026

-0,32

Julho de 2026 

0,07

Agosto de 2025 

-0,11

Acumulado no ano 

3,11

Acumulado em 12 meses 

4,22


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Fonte / Créditos:  IBGE  /  Editoria: Estatísticas Econômicas  / Publicação 11/09/2026 

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/48015-ipca-fica-em-0-32-em-agosto

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

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Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

Shopee: https://s.shopee.com.br/3g2Dq9CLaX

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Dilma aponta os caminhos do NDB para sua segunda década: mais recursos, moedas nacionais e tecnologia

Caro(a) Leitor(a)




 A presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, apresentou neste domingo (13), durante a XVIII Cúpula do BRICS, em Nova Déli, as principais diretrizes para a segunda década de atuação da instituição. Em seu discurso na sessão plenária aberta, Dilma defendeu um banco maior, capaz de mobilizar recursos em escala crescente e de combinar financiamento, tecnologia e cooperação para enfrentar os desafios do desenvolvimento.

“A primeira década construiu a capacidade de financiamento do NDB. A segunda década deve mobilizar recursos em escala maior para multiplicar seu impacto no desenvolvimento”, afirmou.

A declaração sintetiza uma nova etapa para o banco criado pelo BRICS. Depois de consolidar sua estrutura financeira e ampliar sua presença internacional, o NDB pretende aumentar sua capacidade de mobilização de capital e assumir um papel cada vez mais relevante no financiamento do desenvolvimento do Sul Global.

Moedas nacionais ganham espaço

Um dos pontos de maior destaque do discurso foi o avanço do financiamento em moedas nacionais.

Segundo Dilma, em 2025, quase 46% dos financiamentos aprovados pelo NDB foram denominados em moedas dos próprios países-membros.

A estratégia, segundo a presidenta do banco, busca reduzir a volatilidade cambial, enfrentar descasamentos nos fluxos de caixa dos investidores privados e fortalecer os mercados domésticos de capitais.

O dado demonstra que o uso de moedas nacionais deixou de ser apenas uma discussão política no BRICS e passou a ocupar espaço concreto nas operações do banco.

Tecnologia passa ao centro da estratégia de desenvolvimento

Dilma também colocou a inovação tecnológica no centro da nova etapa do NDB.

Para a presidenta da instituição, o desenvolvimento contemporâneo exige que as novas tecnologias sejam incorporadas aos investimentos em infraestrutura. Isso significa combinar obras e financiamento com inovação, maior resiliência climática e desenvolvimento das capacidades tecnológicas dos próprios países.

“A inovação deve ser um motor do desenvolvimento social”, afirmou.

A estratégia envolve ainda cooperação tecnológica entre os integrantes do BRICS. Dilma citou iniciativas que combinam capacidades de Índia, China e Rússia no desenvolvimento de tecnologias digitais e sistemas e instrumentos de inteligência artificial.

O princípio apresentado é que o NDB não deve funcionar apenas como uma fonte de recursos. O banco também pode servir como plataforma para aproximar capacidades tecnológicas, soluções e conhecimentos existentes nos diferentes países do bloco.

Cooperação em um mundo de guerras e sanções

Dilma contextualizou essa transformação do NDB em um cenário internacional marcado por guerras, sanções, tarifas unilaterais, interrupções nos fluxos de comércio e investimento, vulnerabilidades relacionadas à dívida e compromissos não cumpridos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Diante desse quadro, afirmou que a cooperação multilateral se tornou urgente.

Foi justamente para responder às insuficiências da arquitetura financeira internacional que, segundo Dilma, o BRICS criou o Novo Banco de Desenvolvimento.

“Os BRICS criaram o Novo Banco de Desenvolvimento porque nossos países compreenderam que um mundo em transformação exigia novas instituições”, afirmou.

Banco amplia instrumentos financeiros

Outra frente da nova etapa será a diversificação dos instrumentos utilizados pelo NDB.

Dilma anunciou que a instituição está ampliando sua caixa de ferramentas financeiras, incluindo o financiamento ao comércio, diante do forte crescimento das relações comerciais e dos investimentos entre as economias do BRICS.

O banco também pretende mobilizar recursos adicionais por meio de parcerias, cofinanciamentos e garantias.

O objetivo é fazer com que os recursos próprios do NDB funcionem como catalisadores de investimentos em escala maior, aumentando o impacto de cada operação sobre o desenvolvimento.

Expansão do NDB    

Dilma destacou ainda a importância da entrada de novos membros.

Para a presidenta, a expansão é crucial para aumentar o alcance financeiro do NDB e fortalecer sua capacidade de apoiar o desenvolvimento do Sul Global.

Essa ampliação acompanha a própria transformação do BRICS, que nos últimos anos deixou de ser um agrupamento restrito às cinco economias fundadoras e passou a representar uma parcela cada vez mais ampla dos países emergentes e em desenvolvimento.

Sustentabilidade e infraestrutura

A sustentabilidade será outro eixo central da segunda década do banco.

Segundo Dilma, o NDB está ampliando o financiamento climático e promovendo investimentos em energia limpa, infraestrutura sustentável, água, transportes e transição energética.

A infraestrutura permanece no centro do mandato da instituição, mas passa a ser concebida em uma perspectiva mais ampla, incorporando tecnologia, inovação e resiliência climática.

Uma instituição para uma nova etapa do Sul Global

O discurso de Dilma em Nova Déli apresentou, portanto, uma visão do NDB que vai além do financiamento tradicional de grandes projetos.

Na segunda década, o banco pretende ampliar sua escala financeira, aumentar o uso das moedas nacionais, fortalecer os mercados domésticos, financiar comércio e infraestrutura, estimular a inovação tecnológica e aprofundar a cooperação entre os países do BRICS.

“Resiliência, inovação, cooperação e sustentabilidade oferecem uma direção clara para a próxima etapa de desenvolvimento do banco”, afirmou Dilma.

E concluiu definindo a missão para os próximos anos: transformar essas prioridades “em investimento, tecnologia e melhorias concretas na vida das pessoas”.


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Fonte / Créditos:  Brasil 247 / Publicação 13/09/2026 

https://www.brasil247.com/sul-global/dilma-aponta-os-caminhos-do-ndb-para-sua-segunda-decada-mais-recursos-moedas-nacionais-e-tecnologia/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

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sábado, 12 de setembro de 2026

Relatório de poupança

 Caro(a) Leitor(a)

Banco Central do Brasil



A poupança é uma sobra financeira e deve ser direcionada para algum tipo de investimento para que seja remunerada. A caderneta de poupança ou conta de poupança é um tipo de investimento.

Ao poupar, você acumula valores financeiros no presente para serem utilizados no futuro. Os valores poupados no presente e investidos durante um, dois ou mais anos poderão fazer uma diferença significativa na qualidade de vida do poupador no futuro. Assim, são vários os motivos para poupar: precaver-se diante de situações inesperadas, preparar para aposentar-se, realizar sonhos.

o Relatório de poupança apresenta dados diários dos depósitos na caderneta de poupança além de dados diversos sobre o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), a poupança rural, captação líquida, entre outros.


Dados diários dos depósitos, acessa aqui:
https://www.bcb.gov.br/content/estatisticas/relatoriopoupanca/Poupan%C3%A7a%20Di%C3%A1ria.xls


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Fonte / Créditos:  Banco Central do Brasil / Publicação 10/09/2026 

https://www.bcb.gov.br/estatisticas/relatoriopoupanca

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Novas regras ampliam transparência sobre riscos sociais, ambientais e climáticos no Sistema Financeiro Nacional

Caro(a) Leitor(a)

Banco Central do Brasil



Relatório GRSAC terá métricas padronizadas e maior comparabilidade. Divulgação seguirá cronograma gradual conforme porte das instituições. Medida reforça transparência, disciplina de mercado e estabilidade financeira.

O Banco Central (BC) aprovou um novo padrão para a divulgação de informações pelas instituições reguladas por meio do Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas (Relatório GRSAC). A iniciativa integra a agenda estratégica do BC e foi formalizada pela Resolução BCB 586, de 3 de setembro de 2026.
 
Com as novas regras, o Relatório GRSAC passa a reunir, além do aprimoramento das informações qualitativas já exigidas, um conjunto de métricas e indicadores padronizados. A mudança busca aumentar a comparabilidade entre as instituições e oferecer ao mercado informações mais consistentes sobre a exposição e o gerenciamento dos riscos sociais, ambientais e climáticos. Também foi definida uma forma padronizada de divulgação dos planos de transição, quando existentes, e de metas e compromissos voluntários assumidos pelas instituições nesse tema.

“O novo padrão de divulgação amplia a qualidade, a consistência e a comparabilidade das informações sobre riscos sociais, ambientais e climáticos. Isso favorece a tomada de decisão por investidores, clientes e demais participantes do mercado, além de reforçar a transparência, promovendo melhor gerenciamento dos riscos e aumentando a estabilidade do sistema financeiro brasileiro.”, afirmou Ricardo Moura, Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial (Dereg) do BC.

A norma alcança as instituições enquadradas nos segmentos de 1 a 4 (S1 a S4) do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e substitui a regulamentação anterior sobre o tema. Entre as novidades estão o requerimento de divulgação de exposições a setores intensivos na emissão de gases de efeito estufa, inclusive com o detalhamento das operações com as contrapartes de atividades agropecuárias por tipo de cultura e rebanho. Também há requerimento de análise de possíveis impactos futuros aos riscos de seca e de chuvas intensas por região geográfica das contrapartes.
 
Em relação ao risco social e ambiental, foi desenvolvida tabela com exposições a contrapartes multadas ou embargadas por órgãos ambientais federais, e a contrapartes detentoras de barragens de rejeitos classificadas em um dos níveis de emergência. Outra inovação é a inclusão de divulgação de operações de crédito rural em que haja supressão de vegetação nativa. As informações deverão permanecer disponíveis nos sítios eletrônicos das instituições por cinco anos e ser divulgadas em formato de dados abertos.
 
As novas exigências entram em vigor em 1º de janeiro de 2027 e serão implementadas de forma gradual, de acordo com o segmento de enquadramento das instituições. O cronograma busca permitir adaptação adequada aos novos requisitos de divulgação, preservando a qualidade das informações prestadas ao mercado e à sociedade.
 
O aprimoramento foi desenvolvido com base em referências internacionais, incluindo recomendações do Comitê de Basileia para Supervisão Bancária, e contou com contribuições recebidas durante dois processos de consulta pública que envolveram instituições reguladas, entidades representativas, pesquisadores, organizações da sociedade civil e cidadãos. O alinhamento às melhores práticas internacionais tende a ampliar a disponibilidade de informações para investidores, clientes, analistas e demais participantes do mercado, favorecendo a atração de investimentos responsáveis e contribuindo para a redução de assimetrias de informação.
 

A iniciativa integra a segunda fase do processo de aprimoramento do arcabouço regulatório relacionado ao gerenciamento de riscos sociais, ambientais e climáticos e faz parte da agenda estratégica do BC no objetivo 2, de solidez do SFN, e no objetivo 3, de eficiência. Ao fortalecer a transparência e a comparabilidade das informações divulgadas pelas instituições, o BC busca apoiar um ambiente mais seguro e confiável para a gestão desses riscos, fortalecendo a disciplina de mercado e a estabilidade do SFN diante dos desafios associados à sustentabilidade.


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Fonte / Créditos:  Banco Central do Brasil / Publicação 10/09/2026 

https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21257/noticia

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