Caro(a) Leitor(a),
Economia
global é resiliente, mas países vulneráveis ficam para trás.
A
economia global tem demonstrado notável resiliência diante do aumento dos
ventos contrários ao comércio. O ritmo de crescimento mais rápido do que o
esperado no ano passado coroou a recuperação da recessão de 2020 sem
precedentes em seis décadas, ainda que mercados emergentes e economias em
desenvolvimento vulneráveis tenham ficado para trás. Para este ano, projeta-se
uma ligeira diminuição do crescimento global, em parte porque as empresas
reduzem o acúmulo de estoque e os efeitos tarifários se intensificam. O desafio
de gerar empregos para os 1,2 bilhão de jovens que atingirão a idade de
trabalhar nos MEEDs até 2035 tende a aumentar. A ação global para melhorar o
ambiente do comércio, aliviar restrições ao financiamento e mitigar os riscos
climáticos, juntamente com reformas domésticas para diversificar o comércio,
fortalecer os marcos de política macroeconômica e eliminar gargalos
estruturais, será essencial para catalisar investimentos, sustentar o crescimento
e fomentar a criação robusta de empregos.
Perspectiva
global
Previsões
regionais
Leste Asiático e Pacífico: A
taxa de crescimento deve desacelerar para 4,4% em 2026 e para 4,3% em
2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i).
Europa e Ásia Central: A
taxa de crescimento deve seguir em 2,4% em 2026, antes de subir para 2,7%
em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i).
América Latina e Caribe: A
taxa de crescimento deve aumentar para 2,3% em 2026 e se consolidar em
2,6% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional.
Oriente Médio e Norte da África,
Afeganistão e Paquistão: A taxa
de crescimento deve subir para 3,6% em 2026 e se fortalecer ainda mais em
2027, chegando a 3,9%. Para mais informações, ver visão geral regional (i).
Sul da Ásia: A
taxa de crescimento deve cair para 6,2% em 2026, antes de se recuperar e
chegar a 6,5% em 2027. Para mais informações, ver visão geral regional (i).
África Subsaariana: A
taxa de crescimento deve aumentar para 4,3% em 2026 e se consolidar em
4,5% em 2027. Para mais informações, ver visão
geral regional (i).
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