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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia e pesquisas científicas em geral.

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quinta-feira, 3 de abril de 2025

Brasil pode ganhar mercados com tarifaço de Trump, diz economista

Caros Leitores;







Segundo professor, acordo Mercosul–UE precisa ser aprovado

A sobretaxação dos Estados de Unidos de 10% sobre os produtos brasileiros pode representar uma oportunidade de ganhos de mercado para o Brasil se o país souber negociar com outros parceiros comerciais. A avaliação é do economista e professor da Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Adalmir Marquetti.

Em entrevista ao jornal Repórter Brasil, da TV Brasilele defendeu a urgência da aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

“O processo de negociação é um ponto importante a ser levado. Tem que tentar uma retaliação em alguns produtos, mas também tem que haver uma negociação com outros países. Acho a viagem do presidente Lula para o Japão e para o Vietnã importante no sentido de buscar novos parceiros comerciais, de intensificar nossas relações com esses países que estão crescendo, estão se tornando importantes na economia mundial”, disse o professor.

Para Marquetti, o acordo Mercosul–UE tem importância estratégica para amenizar o impacto da decisão do governo de Donald Trump. Segundo ele, o acordo não beneficiará apenas a balança comercial (exportação e importação de bens), mas também a balança de serviços, em que o Brasil importa muito mais do que exporta e consome cerca de 40% do superávit comercial.

“Certamente, [a sobretaxação de Trump] abre um espaço de negociação e de busca de novos parceiros comerciais. Inclusive o acordo do Mercosul com a União Europeia, esse é o momento de implementar. Esse acordo, de buscar as novas parcerias do Brasil que envolvam tanto a balança de bens e de serviços. Temos uma balança comercial bastante positiva, mas a nossa balança de serviços, no caso brasileiro, é negativa”, disse o professor.

Marquetti lembrou que a decisão dos Estados Unidos abrange apenas as importações de bens, não de serviços. Isso porque o país é um dos maiores exportadores de serviços do planeta, principalmente de serviços tecnológicos e audiovisuais.

O professor disse ainda que o Brasil, como a sétima ou a oitava maior economia do planeta (dependendo da medição), tem espaço para ocupar o mercado mundial à medida que outros países retaliarem os Estados Unidos.

Ele, no entanto, recomenda que o processo não ocorra apenas com produtos agrícolas e minerais, mas abranja produtos de maior valor agregado.

“O Brasil tem um espaço para ocupar o mercado mundial, inclusive o espaço que os outros países, ao responderem aos Estados Unidos, deixarem de comprar. No caso da China, os chineses já estão comprando mais produtos agrícolas brasileiros. E aqui tem um ponto importante: como a gente pode aproveitar essa crise mundial, com origem nas tarifas nos Estados Unidos, para melhorar a nossa pauta de exportação? Para a gente, exportar também mais produtos industriais e com maior valor adicionado na economia nacional”, concluiu.

Reciprocidade comercial

Após o anúncio de Trump, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (2), o Projeto de Lei 2.088/2023, que cria a Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. Agora, o texto segue para sanção presidencial.

O governo brasileiro não descarta a possibilidade de recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o tarifaço, informaram os ministérios das Relações Exteriores (Itamaraty) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No entanto, a prioridade neste momento é negociar a reversão das medidas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos.

* Com informações da TV Brasil

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: Agência Brasil /   Publicação 03/04/2025

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/brasil-pode-ganhar-mercados-com-tarifaco-de-trump-diz-economista

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos da Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia e Climatologia).Participou do curso (EAD) de Astrofísica, concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Autor do livro: “Conhecendo o Sol e outras Estrelas” e "Conhecendo a Energia produzida no Sol".

Acompanha e divulga os conteúdos científicos da NASA (National Aeronautics and Space Administration), ESA (European Space Agency) e outras organizações científicas e tecnológicas.

Participa do projeto S`Cool Ground Observation (Observações de Nuvens) que é integrado ao Projeto CERES (Clouds and Earth´s Radiant Energy System) administrado pela NASA. A partir de 2019, tornou-se membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), como astrônomo amador.

Participa também do projeto The Globe Program / NASA Globe Cloud, um Programa de Ciência e Educação Worldwide, que também tem o objetivo de monitorar o Clima em toda a Terra. Este projeto é patrocinado pela NASA e National Science Fundation (NSF), e apoiado pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) e U.S Department of State.

 >Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras.

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quarta-feira, 2 de abril de 2025

Desenvolvimento e Sustentabilidade

Caros Leitores;

Em um mundo ameaçado pela mudança climática e redução da biodiversidade, o Brasil pode ser parte do problema ou da solução. A destruição da Amazônia nos condenaria ao isolamento mundial e à perda da condição de potência agropecuária. Para ser parte da solução, em benefício do planeta e de si próprio, com desenvolvimento e sustentabilidade social, ambiental e econômica, o país deve conhecer e respeitar seus biomas, valorizar os serviços ambientais que eles prestam, avançar na substituição das energias fósseis pelas renováveis, aproveitar oportunidades da descarbonização para reindustrializar-se.

 O Brasil é uma potência agropecuária, mas, para continuar a ser, terá de se tornar uma potência ambiental. Pode e deve também se tornar uma potência agroindustrial. Como unir o país em torno desses objetivos? Como torná-los uma aspiração coletiva dos vários Brasis (o rural e o urbano, o do litoral e do interior, o do agro e o da indústria)? 

Com o propósito de dar sua contribuição para que o Brasil ocupe um lugar de destaque no mundo no século 21, a Fundação FHC tem realizado webinars e debates presenciais, produzido vídeos, linhas do tempo e publicações. Reunimos nesta página alguns desses conteúdos.

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: Fundação FHC  

https://fundacaofhc.org.br/tema/desenvolvimento-e-sustentabilidade/

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quinta-feira, 27 de março de 2025

Estrelas de Hollywood assinam carta pedindo que Trump proteja indústria de entretenimento dos avanços da IA

Caros Leitores;

Ben Stiller, Cynthia Erivo, Cate Blanchet, Billie Eilish e Mark Ruffalo foram apenas alguns dos astros que assinaram a carta enviada à Casa Branca.

Cerca de 400 astros de Hollywood, como Ben Stiller, Cynthia Erivo, Mark Ruffalo, Paul McCartney e Billie Eilish enviaram uma carta aberta à Casa Branca pedindo que o presidente Donald Trump proteja a indústria de entretenimento dos avanços da inteligência artificial, garantindo, por exemplo, os direitos autorais das obras.

Para saber mais, acesse o link>

Fonte: CBN.Globo  /  Por  Clara Simão — Rio de Janeiro  / Publicação 19/03/2025

https://cbn.globo.com/mundo/noticia/2025/03/19/estrelas-de-hollywood-assinam-carta-pedindo-que-trump-proteja-industria-de-entretenimento-dos-avancos-da-ia.ghtml

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segunda-feira, 24 de março de 2025

Deep Research não é apenas uma nova função de IA. É o começo do fim do trabalho intelectual como o conhecemos

Caros Leitores;

A nova tendência dos chatbots de IA é competir para desenvolver sistemas de análise profunda, algo que ameaça o trabalho intelectual tradicional.

A nova IA de Elon Musk, Grok 3, já é oficial. Entre suas capacidades anunciadas está uma função chamada "Deep Search", muito similar ao Deep Research que o Google criou e a OpenAI copiou. É normal: nas últimas semanas, vimos quase todos os gigantes de IA anunciando capacidades semelhantes.

A OpenAI tem o Deep Research

O Google apresentou sua própria versão no Gemini

A Perplexity está aperfeiçoando essa funcionalidade há meses

É uma nova tendência na IA que vai além de melhorias incrementais. Esses sistemas podem navegar pela web, analisar múltiplas fontes, sintetizar informações e produzir relatórios detalhados sobre um assunto. E com um nível de sofisticação que se aproxima perigosamente do trabalho de muitos analistas humanos. Em qualquer área.

Para saber mais, acesse o link>

Fonte:  /  Por Victor Bianchin  / Publicação 20/03/2025

https://www.terra.com.br/byte/deep-research-nao-e-apenas-uma-nova-funcao-de-ia-e-o-comeco-do-fim-do-trabalho-intelectual-como-o-conhecemos,b0dde3202eaf03f2ab174da10412f767fvj2ujl1.html

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Autor do livro: “Conhecendo o Sol e outras Estrelas” e "Conhecendo a Energia produzida no Sol".

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quinta-feira, 20 de março de 2025

Copom eleva a taxa Selic para 14,25% a.a.

Caros Leitores;







O ambiente externo permanece desafiador em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente pela incerteza acerca de sua política comercial e de seus efeitos. Esse contexto tem gerado ainda mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed e acerca do ritmo de crescimento nos demais países. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de países emergentes.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo, ainda que sinais sugiram uma incipiente moderação no crescimento. A inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação e novamente apresentaram elevação nas divulgações mais recentes.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se de forma relevante e situam-se em 5,7% e 4,5%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,9% no cenário de referência (Tabela 1).

Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) impactos sobre o cenário de inflação de uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada; e (ii) um cenário menos inflacionário para economias emergentes decorrente de choques sobre o comércio internacional e sobre as condições financeiras globais.

O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes.

O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista.

O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, da elevada incerteza e das defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de menor magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.

Publicado 19/03/2025 às 18:39

Atualizado 19/03 às 18:49

Para saber mais, acesse o link>

Fonte:  Banco Central do Brasil  / Publicação 19/03/2025

https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/20581/nota

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segunda-feira, 17 de março de 2025

PI Dayl - Dia do Pi

Caros Leitores;






O Dia do Pi é comemorado em 14 de março (14/3) em todo o mundo. Pi (letra grega “ π ”) é o símbolo usado em matemática para representar uma constante — a razão entre a circunferência de um círculo e seu diâmetro — que é aproximadamente 3,14159. O Dia do Pi é uma oportunidade anual para entusiastas da matemática recitarem os dígitos infinitos de Pi, conversarem com seus amigos sobre matemática e comerem torta.

Pi foi calculado para mais de 50 trilhões de dígitos além de seu ponto decimal. Como um número irracional e transcendental, ele continuará infinitamente sem repetição ou padrão. Embora apenas um punhado de dígitos seja necessário para cálculos típicos, a natureza infinita de pi torna um desafio divertido memorizar e calcular computacionalmente mais e mais dígitos.

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Fonte:  PI Dayl - Dia do Pi  / Publicação 14/03/2025

https://www.piday.org/

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quarta-feira, 12 de março de 2025

Washington Service

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Fonte:   Washington Service  / Publicação 07/03/2025

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terça-feira, 11 de março de 2025

SGB apresenta avanços aerogeofísicos e programa DEEP Brazil

Caros Leitores;








A iniciativa está alinhada às diretrizes do Plano Nacional de Mineração 2030/2050, do Plano Decenal de Mapeamento Geológico Básico (PlanGeo) e do Plano Plurianual da União (PPA).

Serviço Geológico do Brasil (SGB) apresentou os planos e avanços dos projetos aerogeofísicos para o mapeamento mineral brasileiro no Brazilian Mining Day durante a Convenção Anual da Prospectors & Developers Association of Canada (PDAC 2025) no dia 3 de março. Diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB, Valdir Silveira anunciou que a empresa vencedora do processo de licitação para a aquisição e o processamento de dados aerogeofísicos, totalizando um milhão de quilômetros lineares, foi a Lasa Prospecções S.A. “A conclusão do processo licitatório da aerogeofísica representa um marco na retomada dos levantamentos aerogeofísicos no Brasil. Essa iniciativa é fundamental para avançar no conhecimento geológico em um curto espaço de tempo e de forma ágil, reduzindo os riscos exploratórios e criando um ambiente mais atrativo para investimentos no setor mineral”, ressaltou.

Responsável pelo detalhamento técnico dos levantamentos aerogeofísicos, o geofísico do SGB Marcos Ferreira disse que serão usadas metodologias consolidadas e novas tecnologias para aquisição de dados. “A iniciativa está alinhada às diretrizes do Plano Nacional de Mineração 2030/2050, do Plano Decenal de Mapeamento Geológico Básico (PlanGeo) e do Plano Plurianual da União (PPA), visando fomentar a mineração sustentável e a transição energética”, informou. Entre os principais benefícios dessa iniciativa estão a obtenção de dados gamaespectrométricos, magnetométricos, gravimetria e eletromagnéticos, além da incorporação de sensores mais modernos. Esses levantamentos são essenciais para avançar em pesquisas voltadas à segurança hídrica, exploração mineral e identificação de minerais estratégicos, como lítio, terras raras, cobalto, grafita, níquel e cobre. “Essas metodologias são fundamentais para atender à demanda da indústria de alta tecnologia e para viabilizar a transição energética em uma economia descarbonizada”, destacou Ferreira.

Outro tema abordado por Ferreira foi o Programa de Exploração Geofísica Profunda (DEEP Brazil), novo conceito de exploração geofísica profunda do SGB, que abrange uma série de estudos voltados para entender a estrutura da Terra, bem como investigar o potencial de recursos minerais, energéticos e hídricos do Brasil em diferentes profundidades, desde os primeiros metros até centenas de quilômetros. O programa fornece subsídios para os tomadores de decisão e atrai investimentos para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

“O Deep Brazil se inspira em iniciativas internacionais bem-sucedidas, como Exploring For the Future (Austrália), EarthScope (Estados Unidos), Lithoprobe (Canadá) e Sinoprobe (China), que demonstraram a eficácia da exploração profunda para o avanço das geociências e da indústria mineral”, explicou Ferreira. O Programa reforça a relevância do SGB no cenário global da geociência e mineração, promovendo a divulgação de dados estratégicos e fortalecendo a cooperação internacional na pesquisa geofísica aplicada à exploração mineral e energética.

Os especialistas do SGB participaram do coquetel de abertura promovido pela Associação para o Desenvolvimento da Indústria Mineral Brasileira (Adimb) e pela Brazil-Canada Chamber of Commerce (BCCC). O evento proporcionou uma oportunidade estratégica para networking com diversos atores do setor de exploração e mineração no Brasil. A cerimônia de abertura teve ainda a presença de Vitor Saback, da Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, representando o Ministério de Minas e Energia (MME); André Saboya, representante do consulado brasileiro no Canadá; Marcos André Gonçalves, da Adimb; entre outros. No dia 2 de março, a delegação participou de reuniões com instituições de referência no setor geológico e mineral, incluindo o Serviço Geológico de Saskatchewan, Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO), Serviço Geológico de British Columbia, Queen’s University e o Departamento de Estado Americano. Além disso, acompanharam as discussões promovidas pelo BCCC e assistiram a palestras da programação técnica sobre o mercado de commodities. O dia também foi marcado pela abertura do Brazil Pavilion, onde o SGB reforçou sua presença institucional, ampliou sua rede de contatos e trocou informações estratégicas com investidores e potenciais parceiros.


Para saber mais, acesse o link>

Fonte: Brasil Mineral / Publicação 07/03/2025

https://www.brasilmineral.com.br/noticias/sgb-apresenta-avancos-aerogeofisicos-e-programa-deep-brazil

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What is the Metaverse?